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terça-feira, 28 de julho de 2020

Crônica Minimalista

Crônica Minimalista

     Papel voa.
     O vento puxou das mãos.
     Atravessou a rua. O vento o levou para debaixo de um carro antigo.
     Volta, vento! Do lado de cá da rua pedia eu.
     Abriu o sinal, e os carros passaram.
     Fechou o sinal, atravessei.
     O vento o tinha levado para a grama em frente do carro antigo.
     Peguei.
     Vento amigo, papel que voa, é a sutileza essa surpresa.

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