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domingo, 9 de fevereiro de 2020

Foco

Foco


Como exigir o que não posso,
Se com o sal eu nada adoço,
O que é um maltrato à sensação
Quando todo o sabor é vão,


Mesmo se for feito o tremoço
Na louça, salmoura do insosso
Sem vontade e satisfação,
Pois não passa de proibição.


E um desperdício de alvoroço
Seria fazer do que não posso
Uma tola desatenção
Ao que pede a realização.   



Um comentário:

  1. Oi, Yayá!
    "Foco"
    Mais uma linda poesia! Parabéns!
    Abraços! Tenha uma semana feliz!

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