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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Cadeira de Balanço e Rede de Dormir

Cadeira de Balanço e Rede de Dormir



Cadeira de balanço
E rede de dormir,
Quão doce é esse descanso
De som cachoeira a ouvir

Num friozinho que é manso;
Vento sul a surgir,
Maré morta que alcanço,
Que nem sabia existir.

Calor humano é avanço
Ao supor que há de vir,
Que imagina o remanso
De rio e mar a dormir.

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