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sábado, 22 de março de 2014

Divino

Divino

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Sensível, que se sente sem querer,

Sorrindo, festejando todo o dia.

A vida no presente, sem fazer,

Da mágoa, o seu motivo de valia.

 

Nem tudo tem propósito ao viver,

O amor é um despropósito, é a alegria,

De ser por ser, imbuído dentro ao ser;

Parece ser sentido à revelia.

 

E sabe a todo sábio renascer;

De toda a forma passa e se recria,

E a todo pranto enxuga ao bel prazer.

 

Em si, é a esperança, bônus do viver,

Em poético elo cíclico à magia

Do sonho e, mostra o real resplandecer.

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