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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Natural

Natural

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O sonido faz-se seu amigo,

Ao conter o ronco do estômago,

Perigoso é ouvir o ruído,

E sentir-se peixe sem plancto.

 

O barulho de ti é inimigo,

Enrouquece, ou, estraga todo o âmago,

Necessário, ao perder o sentido,

Natural do ser consonântico.

 

Que sejamos ventre não ambíguo

Do universo; música ao âmbito

Cultural, de som comedido,

Afinado, físico e quântico.

4 comentários:

  1. Tuas inspirações são lindas,poesias nascem tão facilmente em ti! beijos,chica

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  2. Yayámiga

    Quando te decides a versejar, sai coisa apessoada. Isto porque versos como este desafiam o Álvaro de Campos, que o mesmo é dizer Pessoa. Gostei

    Qjs

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  3. Oi Yayá,
    Linda demais!
    Que possamos nos afinar com o universo,sintonizando a frequência do amor!
    Tenha um fim de semana muito feliz!
    Beijos!

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  4. É a superioridade da mente nem sempre vence o faminto estômago... fome do ser X fome do ter...
    Abraço.

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