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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Grão

Grão
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A arte revelada soa aos tempos
Mudos, onde Chaplin, musicado,
Era comovente ao chapéu e aos ventos
Eólios, com sujeito e predicado.

Bálsamos sem pixels, sentimentos
Pálidos, sensíveis ao enviesado
Foco, a seu propósito, em momentos
Lúdicos de luz; apaixonado.

Mito entrelaçado de alimentos,
Grão ao bel prazer descombinado,
Dádiva amadora em gregos templos
Frágeis, ao esboçar o imaginado.

3 comentários:

  1. Grão: alimento do corpo e da alma! Lindo seus versos!
    [ ] Célia.

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  2. Grão, o início de tudo. Se transforma,
    cresce, dá frutos...Bela poesia.
    Beijos.

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  3. Olá você de Artes e escritas, desejo que tudo esteja bem!

    Passei por cá por conta desta curiosidade que creio você deve conhecer, como pessoa que gosta de escrever e ler. E em visita a um blog amigo li seu comentário após deixar o meu, e o nome deste teu espaço meu trouxe cá, e, bem, encurtando, invadi e admirei e li algumas postagens, claro que se você considerar inoportuna minha invasão, apenas jogue estas minhas considerações ao lixo, não lhe retiro o direito, porém deixo já escrito que gostei do teu espaço e dos escritos que por cá compartilha, parabéns e obrigado por compartilhar e, pela amizade se por um feliz acaso deseje com este leitor amigo compartilhar. E desde já deveras agradecido eu desejo que seja sempre tão intenso e iluminado o teu viver, um grande abraço e, até mais, caso aconteça!

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