Páginas

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Azulejos

Azulejos

clip_image001clip_image003

São tantos os azulejos

Do Tejo àqueles do Egito,

Histórias de ais e festejos,

Segredos do cais antigo.

 

São dias de todos os queijos

Na sorte do que é imprevisto;

Não vivem de amor os pejos

Da dor, da morte e do grito.

 

Porque foram azulejos

Que viram todo o perigo

Dos ventos e tantos despejos

Inúteis de céu e corisco.

 

Que a chuva e seus relampejos

Não firam o amor e o amigo;

Que traga no peito ensejos;

Não sirva a ninguém de abrigo.

8 comentários:

  1. Yayá, um poema, um ritmo.
    Um beijo grande

    ResponderExcluir
  2. Na vida sofremos derrotas e nem sempre chegamos ao fim com o sorriso da vitória.
    Vamos continuar a lutar pois nada nos acontece por acaso.

    ResponderExcluir
  3. Muito belo poema,,,beijos de bom final de semana pra ti amiga.

    ResponderExcluir
  4. A arte da azulejaria é lindíssima!
    E recorda-nos momentos que já lá vão... e tu dizes tudo isto de uma forma linda!
    Beijos,

    ResponderExcluir
  5. Yayámiga

    Saber ler nos azulejos
    muito pouca gente o faz
    É como matar desejos:
    quem afirma que é capaz?...

    Qjs

    Já voltei(ámos) de Goa... Infelizmente

    ResponderExcluir
  6. Azulejos,"Pedaços" de história soberbamente recordados. neste teu belíssimo poema.

    Beijos.

    ResponderExcluir
  7. Os azulejos são maravilhosos e são um marco na história de qualquer lugar. Eu gosto muitos dos azulejos azul e branco, acho todos eles muito delicados.

    Abr./Paula

    ResponderExcluir
  8. Quantas histórias e segredos guardados nos antigos azulejos.

    Amei.
    Bjs

    ResponderExcluir

Amigos, fico contente de estarem aqui. O seu comentário é útil para todos os visitantes que os lerão, então dedos no teclado para deixar uma mensagem. Um abraço da amiga Yayá.