Veio
Naquele momento, deu-se o preciso;
E a imagem do lado cego do espelho
Mostrou seus motivos ao outro indivíduo,
E, o que era questão, desfez-se em medeio.
O limbo do plano e o traço indeciso,
Cedido da pena à curva e ao tungstênio,
Gozou o pensamento lógico (sic)
“do nano tecnólogo ébrio de anseio”.
O tema constante desse motivo,
Sisudo e datado em hora de enleio,
Tornou-se mistério e abraço de amigo;
Sorriso de gama tênue, recreio.
Yayá, que maravilha esse "poema tecnológico de ponta". Ainda ponta de tungstênio.
ResponderExcluirFicou muito legal Yayá!
Abração.
Manoel.
Lindo post Yayá!
ResponderExcluirPoema tecnológico, "...Sorriso de gama tênue,recreio." Bem elaborado!
Abraços
Ivone
Até a tecnologia vira poesia!
ResponderExcluirÓtimo, Yayá!
Beijo
Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste...
ResponderExcluirBeijo.
Yayá Querida!
ResponderExcluirMuito original!
Adoro sua forma de escrever!
Tenha uma linda semana!
Beijos!
Ao espelho... marcha à ré... gozo meu pensamento em delírios!!
ResponderExcluirAbraço, Célia.
Realmente um belo poema!
ResponderExcluirgenial Yayá!
ResponderExcluirabraço
cvb
bonito.
ResponderExcluirLindo , Yayá.
ResponderExcluirE ainda a beleza fluindo pelos veios da poesia.
Bjs