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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Veio

Veio

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Naquele momento, deu-se o preciso;

E a imagem do lado cego do espelho

Mostrou seus motivos ao outro indivíduo,

E, o que era questão, desfez-se em medeio.

 

O limbo do plano e o traço indeciso,

Cedido da pena à curva e ao tungstênio,

Gozou o pensamento lógico (sic)

“do nano tecnólogo ébrio de anseio”.

 

O tema constante desse motivo,

Sisudo e datado em hora de enleio,

Tornou-se mistério e abraço de amigo;

Sorriso de gama tênue, recreio.

10 comentários:

  1. Yayá, que maravilha esse "poema tecnológico de ponta". Ainda ponta de tungstênio.
    Ficou muito legal Yayá!
    Abração.
    Manoel.

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  2. Lindo post Yayá!
    Poema tecnológico, "...Sorriso de gama tênue,recreio." Bem elaborado!
    Abraços
    Ivone

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  3. Até a tecnologia vira poesia!
    Ótimo, Yayá!

    Beijo

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  4. Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste...

    Beijo.

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  5. Yayá Querida!

    Muito original!
    Adoro sua forma de escrever!
    Tenha uma linda semana!
    Beijos!

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  6. Ao espelho... marcha à ré... gozo meu pensamento em delírios!!
    Abraço, Célia.

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  7. Lindo , Yayá.

    E ainda a beleza fluindo pelos veios da poesia.

    Bjs

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