Que nos importa dos feijões secos,
Dos tingimentos dessa cabocla
Que faz o povo delirar? Metros
São disparates quando há coroa.
Estes feijões de tantos segredos
Colorizados à tinta pouca,
São da passista sem muitos pesos;
Nestas passadas é desenvolta.
Nos adereços, sambas-enredos;
À bateria, a batida da touca;
A purpurina e seus arremedos
Vem do cansaço, ao sabor da roupa.
Belo poema...Espectacular....
ResponderExcluirCumprimentos
Belíssimo poema - como sempre.
ResponderExcluirUm beijo
O Carnaval vestido de poesia e de passos hilariantes.
ResponderExcluirA vida é pouca e sempre é bom rir e brincar mesmo sem roupa.
Olá Yayá,
ResponderExcluirComo está, querida? Já estou com saudades.
Gostei muito de seu poema. Parabéns!
Quero convidá-la a conhecer meu novo blog, o RECANTO DA POESIA, no qual publico alguns trabalhos poéticos.
Ficarei imensamente honrada e feliz com sua presença por lá. Espero que gostes.
Um ótimo feriado para você e um
grande beijo, amiga.
Maria Paraguassu.
Minha amiga lindo poema.
ResponderExcluirBom carnaval.
Beijinhos
Maria