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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Domingo de Samba

Domingo de Sambaclip_image002

Que nos importa dos feijões secos,

Dos tingimentos dessa cabocla

Que faz o povo delirar? Metros

São disparates quando há coroa.

 

Estes feijões de tantos segredos

Colorizados à tinta pouca,

São da passista sem muitos pesos;

Nestas passadas é desenvolta.

 

Nos adereços, sambas-enredos;

À bateria, a batida da touca;

A purpurina e seus arremedos

Vem do cansaço, ao sabor da roupa.

5 comentários:

  1. O Carnaval vestido de poesia e de passos hilariantes.
    A vida é pouca e sempre é bom rir e brincar mesmo sem roupa.

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  2. Olá Yayá,
    Como está, querida? Já estou com saudades.
    Gostei muito de seu poema. Parabéns!
    Quero convidá-la a conhecer meu novo blog, o RECANTO DA POESIA, no qual publico alguns trabalhos poéticos.
    Ficarei imensamente honrada e feliz com sua presença por lá. Espero que gostes.
    Um ótimo feriado para você e um
    grande beijo, amiga.
    Maria Paraguassu.

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  3. Minha amiga lindo poema.
    Bom carnaval.
    Beijinhos
    Maria

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