A lucidez de raciocínio
No despiste de Curupira
Inexiste desde menino
Pá-virada não deixa pista.
Esperteza teve o destino
Ensinando o ritmo caipira
De atalaia se foi um peregrino
Sem ser visto aqui em pé-de-briga.
Cada causo vão ao pé-de-ouvido
De armação que até Deus duvida;
Lá no mato tem a guarida,
Quem se enrosca fica ferido.
Não se brinca com brasido
Nem fogueira alta e retorcida;
Quem precisa sente o perigo,
Não se queima nem na água fria.
Lindas quadras, cheias de vida.
ResponderExcluirUm abraço
oa.s
Yayá, você é ótima.
ResponderExcluirSempre nos traz o cotidiano nos versos.
É muito gostoso (re)lembrar certos momentos.
Beijos,
Débora.
Bom, muito bom . adorei, trás a arte e emocionas qdo escrever.
ResponderExcluirabraços...
seu blog é lindo e os textos são fantásticos!
Uma simplicidade que me parece tão distante!!
ResponderExcluirUma pena!
Bjs.
Olá Ana, não sou a Ivanete, sou a Yayá. Mesmo assim obrigada por dar uma passada por aqui. Saudações a todos e obrigada pelas visitas.
ResponderExcluir