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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quadrinhas

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A lucidez de raciocínio

No despiste de Curupira

Inexiste desde menino

Pá-virada não deixa pista.

 

Esperteza teve o destino

Ensinando o ritmo caipira

De atalaia se foi um peregrino

Sem ser visto aqui em pé-de-briga.

 

Cada causo vão ao pé-de-ouvido

De armação que até Deus duvida;

Lá no mato tem a guarida,

Quem se enrosca fica ferido.

 

Não se brinca com brasido

Nem fogueira alta e retorcida;

Quem precisa sente o perigo,

Não se queima nem na água fria.

5 comentários:

  1. Lindas quadras, cheias de vida.
    Um abraço
    oa.s

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  2. Yayá, você é ótima.
    Sempre nos traz o cotidiano nos versos.
    É muito gostoso (re)lembrar certos momentos.

    Beijos,
    Débora.

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  3. Bom, muito bom . adorei, trás a arte e emocionas qdo escrever.

    abraços...

    seu blog é lindo e os textos são fantásticos!

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  4. Uma simplicidade que me parece tão distante!!
    Uma pena!

    Bjs.

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  5. Olá Ana, não sou a Ivanete, sou a Yayá. Mesmo assim obrigada por dar uma passada por aqui. Saudações a todos e obrigada pelas visitas.

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