Rio de Janeiro

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O blog da Nina, menina que lia quadrinhos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Aprendendo a Confiar

Aprendendo a Confiar

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Wanessa, menina de doze anos, primeira espinha no rosto, brincando de escolher a sobrancelha a ser delineada na mocidade que logo viria a acontecer. Pensava no que fazer com as bonecas, algumas não a interessavam mais, outras ela nutria afeto de criança. Queria comprar bijuterias, mas era criança e pediu a permissão da mãe. Laura, a mãe, saiu com a filha e comprou um par de brincos de contas miúdas e foscas, nas cores brancas e rosas, com formato de pingente.

Wanessa estreou os brincos na festa da escola. Eram brincos sem tarraxa, soltos e pendurados pelo aro curvo e branco. No meio da festa alguém passa por ela e puxa um dos brincos, tirando-o da orelha e levando-o consigo. A festa continuou, mas a garota pensava no brinco e a festa perdeu a alegria, em parte porque crianças logo se distraem com outras alegrias e brincadeiras.

Na festa de aniversário dos treze anos, perguntada sobre o presente que gostaria de ganhar, disse que o seu presente mais desejado era um aparelho de som portátil chamado de MP3. Para a sua surpresa, ganhou quatro: dois pretos, um prateado e um rosa, que ficou sendo o seu preferido porque era da mesma cor dos primeiros brincos.

Numa tarde de estudos com os seus colegas na sua casa, enquanto os acompanhava até o portão para se despedir deles, viu o seu MP3 preferido desaparecer. Entrou e perguntou aos seus irmãos e pai e mãe se alguém o tinha visto, mas ninguém o viu ou guardou.

No dia seguinte, na escola, perguntou aos amigos que tinham ido estudar com ela se, por acaso, alguém o havia visto ou pegado por brincadeira. Alguns deles ficaram aborrecidos com ela, desconfiar dos amigos é coisa que não se faz.

João Soneca, uma das crianças que havia estado na casa da garota no dia anterior, depois das aulas, pediu a ela que procurasse o MP3 por toda a sua casa e, caso não o encontrasse, ligasse para ele à tardinha.

_Eu sou seu amigo e vou descobrir onde foi que ele foi parar. Para que isso seja possível irei à sua casa com a desculpa de te ensinar matemática.

Wanessa perguntou por que é que a desculpa seria ensinar matemática a ela, justo ela que tirava notas altas na matéria.

_Porque esse é o meu álibi perfeito para a investigação, assim o culpado não desconfiará de nada. Se eu tivesse que dizer que iria aprender matemática com você, talvez alguém da sua família quisesse cobrar pelas aulas e me considerasse um mau pagador, porque eu não pagaria para descobrir o destino do MP3 para você.

A menina percebeu que o amigo não se descuidava na hora de fazer negócios, que ele tinha espírito e era inteligente, ainda assim sobraria para ela fazer exercícios de matemática para que o tal álibi funcionasse. Levando em consideração o amor que nutria pelo MP3 cor-de-rosa e o estudo que seria obrigada a fazer, gostou e aceitou que o João fosse até a sua casa.

João tratou de chegar na hora do almoço para se encontrar com o pai da garota e se apresentar:

_Bom dia, senhor Eustáquio. Eu sou amigo da escola e vim aqui para ensinar matemática para a sua filha e quero a sua permissão para aqui vir todos os dias fazer os exercícios e as tarefas de casa com ela.

Eustáquio ouviu o garoto, levantou-se da mesa e disse:

_Laura, fique de olho nas crianças que a hora do almoço terminou e eu tenho que bater o ponto daqui a dez minutos.

A louça estava na pia da cozinha e a visita na copa. Convidou as crianças para conversarem com ela enquanto ela arrumava a cozinha. João aprovou a ideia de ficar na cozinha e pesquisar vestígios de MP3 enquanto comia um pedaço de pudim de leite oferecido pela mãe da amiga. Depois, sentaram-se à mesa da copa e estudaram conforme tinham combinado.

No outro dia, quem ficou olhando as crianças foi a diarista. João e Wanessa conversaram muito sobre MP3 e a menina pediu à moça da limpeza que trouxesse todos os MP3 que encontrasse no quarto dela; ela queria mostrar todos eles ao amigo. Não demorou nada e a moça trouxe os três MP3 que encontrou. Combinada com o João, a menina perguntou sobre o MP3 cor-de-rosa.

_Faz tempo que não vejo aquele MP3. Você o procurou na sua mochila?

Wanessa tinha esvaziado a mochila algumas vezes e, para ser educada com a moça, abriu a mochila sobre a mesa e com cuidado a esvaziou na frente dela e do amigo. Não estava lá, conforme era previsto.

A investigação do João não andava e ele teve uma ideia: pegaria as suas economias e compraria um MP3 para ele, desta vez colorido. Wanessa reuniria os mesmos colegas que foram à sua casa da vez passada, desta vez para assistirem um filme na televisão. O desfecho do caso ficaria por conta dele, pois agora era uma questão de brios.

Os colegas aceitaram o convite, entenderam como se fosse um pedido de desculpas da parte da Wanessa. Naquela tarde, João amarrou uma linha no seu MP3 colorido e o deixou em uma cadeira displicentemente, como se o MP3 fosse da amiga Wanessa.

As crianças assistiam ao filme e decorridos trinta e seis minutos da exibição, João sente a linha amarrada em seu dedo indicador puxar. A armadilha funcionava e ele seguiria a pista, que indicava o caminho da cozinha. Disse aos amigos que estava com sede e voltaria logo.

Quem estava na cozinha era Laura, fazendo refrescos para a garotada, a diarista havia faltado. Perto dela estava uma amiga sua e essa amiga estava com o MP3 colorido nas mãos. Prestes a guardar o MP3 na bolsa, João a interrompe:

_Estava procurando um copo de água e encontrei refrescos e o meu MP3.

A amiga de Laura questiona o menino:

_Seu MP3? Como é que você entra na cozinha sem cerimônias e diz que este MP3 que está em minhas mãos é seu?

João puxa a linha presa no dedo indicador direito com o auxílio da mão esquerda e o MP3 cai das mãos da senhora e vai ao chão.

_Desculpe-me senhora. É que o meu MP3 tem as cores de um anzol e eu amarrei linha de pescar em volta dele para não o perder. Eu sou distraído.

A amiga de Laura se justifica e diz que confundiu com o dela, idêntico ao dele.

Wanessa corre para a cozinha ao perceber a demora de João por lá. Olha para a mãe com ar de desculpa como se contasse que ela tinha entrado num plano secreto.

A mãe abraçou a filha e a amiga foi-se embora dizendo que estava com pressa e tinha compromissos naquela tarde para serem cumpridos.

_Wanessa, eu sou sua mãe. Você deveria confiar mais em mim. Eu percebi e fiquei de olho em vocês. Talvez devesse ter conversado com você sobre o assunto, mas eu queria ver o desfecho do João. Somos iguais, guardamos segredos. Amadurecer é conversar abertamente dentro de casa e tomar decisões e assumir essas decisões. E eu me diverti e fui tão criança quanto você.

João interveio na conversa:

_ E os brincos furtados na escola?

A mãe da Wanessa contou que pegou carona para ir à festa naquele dia buscar a Wanessa e que a amiga tinha descido do carro com a desculpa de verificar o cano de escape do automóvel. Foi quando as duas se separaram, cada uma delas foi cuidar dos seus interesses. Laura entrou na escola e a amiga tinha ficado do lado de fora.

As próximas aulas foram ministradas por Laura. Eram aulas de reforço escolar e nas matérias em que as crianças estavam com notas baixas, com a diferença de que a mãe, Laura, contatou a mãe do João e contou com o apoio dela.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Quando a Cobrança Vem de Dentro de Casa: Por Que Você Não Escreve Poemas?

Quando a Cobrança Vem de Dentro de Casa: Por Que Você Não Escreve Poemas?
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A poesia nasceu da simpatia profunda que sinto pelos poetas, admiráveis Vinícius de Moraes, Ferreira Gullar, Arnaldo Antunes e não pararia de escrever por algumas folhas para citá-los com todo o carinho que me merecem e pela boa companhia que me fazem.
Parece até mesmo feitiço, mas eu não acredito neles. Por alguns instantes fiquei a admirar a chicória, a qual não lembrava o gosto e algumas pessoas que estavam ao meu lado disseram que era ligeiramente amarga feita em salada ou cozida em refogado excelente para acompanhar o prato do dia fosse ele qual fosse.
Foi nesse instante que a inspiração foi embora e, ainda, não voltou. Não existe poema, por simples e sem graça que seja, ou sofisticado e elaborado, e tenho poemas de ambas a qualidades e a capacidade de amar mais alguns poemas meus do que outros feitos por mim.
Os poemas da Cecília Meireles, ou da Isabel Furini aqui de Curitiba, quanta leveza de alma traz nas suas formas. Mulheres poetisas, maravilhosas mulheres.
Também não foi a religiosidade porque os Salmos são belíssimos e o superlativo aqui usado se justifica em cada linha, cada verso.
Mas, e os poemas que fazia, onde estão? Guardados com carinho, na espera da inspiração.
E a inspiração, volta quando? A inspiração é senhora dos tempos, das letras, das formas, dos afetos e também, da vaidade de poetizar. Porque ela escolheu a chicória para ir embora, eu não sei.
Talvez tenha se ido para deixar o seu sabor característico na alma. Busca os campos com a verdura, a linha do horizonte em terras agricultáveis, sonhe poemas que não sejam os meus, que pertençam a outro poeta qualquer.
A liberdade da inspiração é plena, ninguém a domina ou a domestica; então deixei que ela se fosse de mim para quando voltar estar refeita, satisfeita, pronta para ser poesia.
Agora a resposta está escrita não aos da minha casa somente, mas aos meus amigos e amigas com os quais compartilho os meus escritos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Calor Preguiçoso / Crônica de Supermercado

Calor Preguiçoso / Crônica de Supermercado

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Hoje tive que ir num outro supermercado e este, sem ar condicionado. Para que entendam a crônica, o calor no litoral do Paraná era tanto que a sensação térmica equivalia aos cinquenta graus centígrados. Calor maior eu duvido que se tenha visto por aqui.

O pão eu havia comprado, mas faltou o leite. Comprei o leite e fui para a fila de vinte pessoas. Todos suavam apesar do movimento médio no estabelecimento, inclusive a que vos escreve.

A chamada para os fregueses da fila era pelo número do caixa:

_Caixa oito livre! Caixa Doze livre!

Assim a fila andava lenta e preguiçosamente como os atendentes e consumidores.

Ouviu-se que o caixa sete estava livre e, no entanto, a fila não andou. Em seguida ouviu-se novamente que o caixa doze estava livre, mas a fila continuou parada. O caixa sete chamou a segunda e a terceira vez e ninguém andava.

Foi quando a senhora que estava atrás de mim pediu que avisassem o começo da fila que havia caixa livre.

A modorra era tanta que ninguém falou em voz alta para avisar o retardatário do começo da fila. Eu cutuquei o senhor da frente e pedi que ele avisasse o número um da fila. Ele, por sua vez cutucou o freguês à frente dele. Assim foi até chegar ao senhor com um pequeno carrinho de compras.

_Ah! Sou eu? Obrigada por me avisar.

O que estava atrás respondeu:

_De nada, não por isso.

Obrigada e de nada voltaram até a mim e à senhora que estava logo atrás, a idealizadora da ideia.

Todos nós estávamos educadíssimos, dizer isto seria uma farsa, estávamos sem vontade de nos mexer esperando pelo possível vento que adentrasse na fila. O calor era tanto que o raciocínio comum era permanecer na fila até que a chuva viesse, mas não deu.

Quando cheguei ao caixa, ele pediu desculpas pela demora e foi a hora correta de usar a expressão de gíria:

_Não esquente. O calor natural nos basta.

O caixa agradeceu a minha boa vontade e eu respondi que era eu quem agradecia a ele pela gentileza. Bom seria se fosse assim o ano inteiro.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mamãe Não Tem Tempo

Mamãe Não Tem Tempo

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Por motivos de final de ano, com todas as comemorações, algumas mães ficam com a agenda esgotada e é a hora das crianças se divertirem com a falta de tempo da mãe.

Joaquina Ferreira monta a árvore de natal, toma conta do Sálvio, por ser o menor, de dois anos. Os outros dois Isabela e Flávio têm nove e onze anos respectivamente.

Isabela diz ao Flávio para não copiar o trabalho dos outros, é feio e mamãe não gosta.

_Eu vou copiar parte para ganhar tempo. Se mamãe está ocupada, eu também estou sem tempo para o final do bimestre.

Isabela avisa que copiar pode ser pior do que fazer um trabalho mediano, a nota pode ser mais baixa se o professor descobrir.

Flávio não liga para aquilo que a irmã diz, copia e assina.

_Você não é minha mãe, é mais nova e não tem a experiência que eu tenho em assuntos escolares.

Depois dessa resposta, a menina fica quieta, senão terá que chamar a mãe, que monta a árvore de natal. Se a mamãe vem, acaba a folga dos mais velhos, ela e o Flávio, que tem a obrigação de estudar, mas também podem brincar na cozinha sem ligar o fogão, não são bobos de chamar a atenção da mãe brincando com o perigo.

Flávio consegue a nota baixa, não por copiar, mas por copiar errado. O professor o chama à frente da sala e pede para que ele leia o seu trabalho sobre Cristóvão Colombo.

Ele lê sobre as caravelas e diz que a América foi descoberta em 1.493.

O professor o interrompe e pergunta de qual site da internet ele tirou a informação. Não havia site nenhum, havia era o trabalho do Geraldo do qual ele não poderia falar. Bem falante, o menino responde:

_Não lembro o site professor, mas sei que o nosso colega Geraldo, que sempre tira boas notas e pesquisa o dia inteiro talvez saiba. Se o senhor me permitir, dirijo a pergunta a ele.

Geraldo, estudioso, sabendo que o colega havia copiado parte do trabalho dele, arregala os olhos e responde:

_Eu pesquisei no site da biblioteca da escola onde diz que Cristóvão Colombo descobriu a América em 1.492. Eu sei que o Flávio também pesquisou, mas eu tenho que verificar o histórico para saber o site em que ele pesquisou.

Flávio, continuando a boa conversa, dirige-se ao professor:

_Esses detalhes de digitação fazem alguma diferença?

O professor diz que os detalhes de digitação não fariam diferença se ele, Flávio, tivesse observado à leitura, que havia se enganado. Como não observou o erro de digitação pareceu a ele que o garoto não sabia dos fatos do descobrimento da América.

Flávio teve a sua nota diminuída e passou de ano com a nota mínima necessária.

Isabela queixa-se à mãe dias mais tarde:

_Mamãe, adianta a gente ser criança, ter razão e ninguém dar ouvidos?

A mãe reconhece que não adianta ser criança, ter razão e dizer qual é o melhor caminho, somente os grandes, os adultos podem aconselhar as crianças. Isabela teria que crescer antes de poder aconselhar alguém. Mas lembrasse de que chamar a mamãe, às vezes, é quase obrigação, principalmente quando ela tivesse razão porque por ser criança não chamou a mamãe quando deveria, por ser criança deixou o Flávio decidir o que o prejudicou. Chamar a mamãe não é vergonha nenhuma para a criança, é uma necessidade. Disse também que a amava e compreendia. Quanto ao Flávio, depois que o Sálvio dormisse, iria até a internet conhecer melhor o Sr. Cristóvão Colombo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Irmão Ligado

Irmão Ligado
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Edson soube que a irmã de dezesseis anos estava grávida do namorado, também de dezesseis anos, viu a família agitada. Ele, então com doze anos, ajeitou-se sozinho com os seus problemas escolares porque nem o pai e nem a mãe foram às reuniões da escola.
Em casa o assunto era a irmã, a gestação, o namorado, a mãe do namorado visitando a família várias vezes. No interior não se faz gravidez em filha de gente amiga em bem quista na cidade.
Para evitar que os comentários se transformassem em fofoca, as famílias resolveram a situação do jovem casal da seguinte maneira: o pai do garoto alugou uma quitinete com quarto e sala para eles morarem até a criança nascer. Os jovens se queriam bem e aceitaram a proposta de não se casarem até completarem vinte e um anos.
A irmã de Edson arranjou emprego de balconista na panificadora e o namorado dela foi contratado como ajudante e aprendiz de mecânica de automóveis. Os familiares do garoto davam a mesada para o supermercado, mas eles não sabiam o que comprar no supermercado e traziam refrigerantes e iogurtes onde deveriam vir o arroz e o feijão.
A mãe da moça fazia a marmita para o almoço, filha grávida tem que se alimentar corretamente.
Edson entendeu quando começaram as discussões entre a irmã e o namorado; o dinheiro que eles recebiam nos seus empregos não dava para pagar as contas da quitinete e os gastos com o bebê. Como a irmã e o cunhado poderiam viver bem com o pai do rapaz pagando o supermercado e a mãe dele cuidando da alimentação da sua irmã. Por que eles não deixaram que a  irmã e o namorado se casassem, parece que aguardavam a dissolução da união, parecia mesmo que agouravam o futuro casamento como se fosse algo improvável. Era esquisito ver tanto apoio com toda a desesperança do mundo. Eram famílias de esperanças vazias quanto ao futuro.
A criança nasceu saudável e abençoada pelos pais. Era uma menina. Havia muita gente na quitinete. Faltava ar. A irmã do Edson aparentava sinais de cansaço. O cunhado de Edson estava nervoso e se controlava para não ser desagradável com a família.
Aquilo não era vida de marido e mulher, pensou Edson. Ele sabia o que era família nova e sabia que aquela situação estaria insuportável em pouco tempo.
Pensado e acontecido, a irmã e o namorado cunhado se separaram. Moça responsável passou a viver em função da criança menina. Moço apaixonado visitava a namorada e a filha.
Aos poucos, o casal se separava de fato, entre eles restava uma criança bem esperada e amada por ambos.
Edson cresceu observando a situação. Ao completar dezoito anos pediu para que a irmã saísse com ele. Ela foi. O presente que ele queria da irmã é que ela saísse com as amigas. Até os dezoito ele viu toda a gente se intrometer nos assuntos da irmã. Agora chegava a vez de o irmão cuidar dela. Ele pediu para que ela se divertisse como quisesse, mas contasse com ele quando tivesse problemas. Ela aceitou. O garoto a defendia e foi bonito de ver o irmão jovem crescer. Ela namorou, mas não casou. A filha era sua responsabilidade e ela a criaria. O irmão a abençoava permitindo que ela vivesse em paz com a criança e o namorado. O namorado que foi cunhado por algum tempo tentou interferir nas saídas da irmã de Edson, mas ele não permitiu.
Edson foi o grande prejudicado naquela história, se virou sozinho com os seus problemas. Agora Edson manda.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Atualizações Culturais

Atualizações

Preciso compartilhar notícias culturais com vocês, aproveitei os últimos dias para ler emails e compartilho as novidades:

Divulgação:

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Convite

A Academia Paranaense da Poesia convida para o lançamento da Coletânea: Academia Paranaense da Poesia, às 17 horas do dia 5 de dezembro de 2012, na Biblioteca Pública do Paraná, Auditório Paul Garfunkel (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba).

Na ocasião, haverá homenagem póstuma a Pompília Lopes dos Santos, Helena Kolody, Jean Dobignies, Túlio Vargas, Horácio Ferreira Portella e Do Carmo Fortes, com a entrega de exemplares da coletânea a seus familiares. Haverá entrega de exemplares a participantes da obra e a entidades culturais.

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Sua presença muito nos honrará.

Roza de Oliveira

Presidente