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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Devir

Devir


Um pensamento leve
É o agasalho da neve
Que ainda está por surgir
Porque tange o devir,

E a ele nada se deve,
A não ser que se enleve
Do mais puro admitir
Que há de ser sem pedir,

Porque nada há que o eleve,
Pois que é brisa que vele
O tempo ainda a dormir
Nesse tempo de ir e vir.


3 comentários:

  1. Ainda bem que vivemos em um tempo de ir e vir.
    Como dizem os filósofos nada é permanente.
    Muito bela a sua poesia.
    Tenhas uma boa continuação de semana.
    Eu já tenho post novo lá na casa.
    PAZ E BEM.
    janicce.

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  2. Verdade, este seu poema.
    UM abraço,
    Élys.

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  3. Há sempre grande mistério no Devir...
    Abraço.

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