Insônia

Qual ponto de luz na sombra,
Que brinca de esconde-esconde,
Que a vê nesse vão à redoma
Ao olhar de cansaço ao longe.
Ao espaço vagueia a Paloma
E, à luz, descortina o bonde;
Percebe que a vida ronda,
Qual carta não lida anteontem.
Desperta ao café que côa
Ao bule de sonho insone;
Mas pensa dormir e sonda
O sono que foge às onze.
Qual ponto de luz na sombra,
Que brinca de esconde-esconde,
Que a vê nesse vão à redoma
Ao olhar de cansaço ao longe.
Ao espaço vagueia a Paloma
E, à luz, descortina o bonde;
Percebe que a vida ronda,
Qual carta não lida anteontem.
Desperta ao café que côa
Ao bule de sonho insone;
Mas pensa dormir e sonda
O sono que foge às onze.
Gostei do poema e da imagem.
ResponderExcluirPensei em mim muitas noites em que o cansaço me deixa KO e tem dias que só me apetece desligar o computador na ficha da corrente eléctrica...
Olá.
ResponderExcluirBelos versos. Tem vezes que o sono acorda para sonhar poesia e o corriqueiro arredor, ganha insólito versar, desperta inspiração.
Um abração e bom fds.
Essa vida de Paloma... e de insônias, conheço bem...
ResponderExcluirBj. Célia.
Belo...
ResponderExcluirBeijo Lisette.