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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Insônia

Insônia
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Qual ponto de luz na sombra,
Que brinca de esconde-esconde,
Que a vê nesse vão à redoma
Ao olhar de cansaço ao longe.

Ao espaço vagueia a Paloma
E, à luz, descortina o bonde;
Percebe que a vida ronda,
Qual carta não lida anteontem.

Desperta ao café que côa
Ao bule de sonho insone;
Mas pensa dormir e sonda
O sono que foge às onze.

4 comentários:

  1. Gostei do poema e da imagem.
    Pensei em mim muitas noites em que o cansaço me deixa KO e tem dias que só me apetece desligar o computador na ficha da corrente eléctrica...

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  2. Olá.

    Belos versos. Tem vezes que o sono acorda para sonhar poesia e o corriqueiro arredor, ganha insólito versar, desperta inspiração.

    Um abração e bom fds.

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  3. Essa vida de Paloma... e de insônias, conheço bem...
    Bj. Célia.

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