Fama

A fama se consome com o vento,
Nesse ar que se evapora sublimando.
O artista, cuja fome é o pensamento,
Sem dono, se detém sob seu comando.
Infiel ao se cuidar do catavento,
Exige que o capricho esteja quando
Quiser ou precisar de polimento;
Empenho da ilusão ao seu sofrimento;
O nome de improviso se transforma
Na estrela que conduz a sua sorte,
E, ao real ser, se abandona dessa forma.
Fascínio que não raro muda o norte
Da bússola na meta que se adorna
Com brincos de talento e se faz forte.
A fama se consome com o vento,
Nesse ar que se evapora sublimando.
O artista, cuja fome é o pensamento,
Sem dono, se detém sob seu comando.
Infiel ao se cuidar do catavento,
Exige que o capricho esteja quando
Quiser ou precisar de polimento;
Empenho da ilusão ao seu sofrimento;
O nome de improviso se transforma
Na estrela que conduz a sua sorte,
E, ao real ser, se abandona dessa forma.
Fascínio que não raro muda o norte
Da bússola na meta que se adorna
Com brincos de talento e se faz forte.
... se a fama se consome com o vento... não é talento, muito menos bênçãos...
ResponderExcluirBj. Célia.
Boa tarde...E depois de ter a fama como companheira, perdemos o nosso "Eu" interior e passamos a viver no mundo do faz de conta!
ResponderExcluirAs vezes, parece tão real, que deixamos nos envolver. Mas se DEUS é presente, caimos na real e voltamos a razão!
Abraços
A fama que se evapora
ResponderExcluirA beleza que se mira
Quem por amor chora
Mágoa que deixou ferida!
Coração a sofrer
Por quem se vai embora
Sofrimento acontecer
Quando por amor se chora!
Boa noite para você, amiga Yayá.
Um abraço
Eduardo.
A fama é apenas a ilusão de ser ou querer estar entre os notáveis e famosos.
ResponderExcluirA fama se apaga mais rápido que os fogos de Verão.
As obras que produziram o caminho da fama haverão de manter-se e perpetuar o bom nome pelas boas obras.
Um soneto cheio de musicalidade e sentido de viver.
Heranças frias caem como presentes
ResponderExcluirUma árvore morreu, sem nada dizer
Uma palavra ficou perdida no chão da rua
Uma última palavra que nunca será tua
Uma menina feliz chega a mim pelos seus pés
Vinda de um mundo desenhado na ilusão
Trás uma grinalda de flores de sangue
Colhidas a um ferido coração
Convido-te a tocar e ler o “Meu muro das tentações”
Doce beijo
Fama não ocupa o coração.
ResponderExcluirOlá amiga Yayá, venho aqui retribuir seu carinho em visitar meu blog, obrigada, aguardarei sempre sua visita e seu comentário que são de grande importância, e estarei sempre aqui, pois me torno agora membro do seu blog, não só porque se tornou membro do meu, mas porque achei seu blog, super legal!. Bjs! Fernanda Oliveira
ResponderExcluirOlá amiga Yayá, quero agradecer por sua visita em meu blog,já estou por aqui também,pois seu blog é muito legal, interessante... Aguardo sempre sua visita e seu comentário,pois será de grande incentivo. Bjs! Fernanda Oliveira
ResponderExcluirgosto de passar por aqui...mas algo me está chateando
ResponderExcluirtentando ler... a página fica sempre saltando saltando e não me deixa ler tranquilamente
que se passa aí no blog ?
Abraço carinhoso para Yayá
A fama é efêmera com certeza, num dia se esta nos céus e no outro no chão; um dia se é querido, no outro desprezado...
ResponderExcluirbjks doces e boa semana
Fama e dinheiro não trazem felicidade!
ResponderExcluirBeijos.
Belíssimo!
ResponderExcluirexcelente texto e blog!
ResponderExcluirsaudações...