O carinho se foi
Sem deixar um alento
Ao que ficou na dor.
Não sentiu dessa flor
O perfume do unguento
Que acabou sem olor.
Não restou desamor,
Não sobrou sofrimento;
Acabou sem torpor.
A um vazio de calor,
Sem soluço ou lamento,
Não se agrega valor.
A vida nos coloca em momentos de aprendizado, beijo Lisette.
ResponderExcluirBoa noite, Yayá!
ResponderExcluirE quando na ausência se afloram todas as emoções, o desalento cresce e a tristeza é quem domina!
Beijinho,
Ana Martins
O que entendi deste poema foi algo que terminou, mas terminou de forma natural, sem dramas ou sofrimentos. Contanto, não significa que um término destes não deixe, de certo modo, um vazio. É isto?
ResponderExcluirA ausência dói um tanto na gente.
ResponderExcluirOlá minha querida amiga!
ResponderExcluirMuito bom visitá-la...sempre coisas novas por aqui...hj essa linda e encantadora poesia...
Seu carinho conosco é imensurável...
bjsssssssssssssssss
Olá Yayá, gracias por estar a mi lado, me encanta verte en mi casa.
ResponderExcluirBueno ...el amor que se ha ido, es porque no merecía quedarse con la poeta. El amor no es pecado sí el desamor, el egoísmo, ese ya es bueno que se aletargue.
Con ternura
Sor.cecilia
Christian, você me entendeu. Obrigado a todas as leituras, também coerentes, cada uma ao seu modo. Um abraço, Yayá.
ResponderExcluirBelo poema, querida.As vezes é preciso coragem para enxergar que o amor acabou...
ResponderExcluirBeijos
Há pessoas que nada deixam. Passam como uma leve brisa e nem atrapalham os cabelos.
ResponderExcluirBjs.
Ah...terminou...mas sem dor..
ResponderExcluirmelhor asim Yayá...
beijokas..boa semana a vc!!!
Lindos versos sobre o vazio!
ResponderExcluirO vazio do que não fora suficiente para preencher a nossa expectativa!
Abraços!
Ivone poemas
henristo.blogspot.com
A impermanencia de algo ou de alguém que sequer nos marcou esvai-se sem grande cicatriz. Vai. Some. E, nada fica como lembrança. Apenas que não mais existe.
ResponderExcluir[ ] Célia.
Talvez não fosse amor.
ResponderExcluirTenha uma linda semana
abraço
oa.s
Lindos e tristes versos! beijos,linda semana,chica
ResponderExcluirYaya..obrigada pela visita. Adorei seu comentario. Coloquei na postagem a lista com os simbolos.
ResponderExcluirBacanvoce ter me alertado. Obrigada.
Um bj...boa semana..
Não mesmo... não se agrega valor.
ResponderExcluirsem soluço nem tormento
quase um tormento
quase desalento
quase
quase é o desejo que não se fez
quase não pode ser
quase não é nada
mas não é quase nada
quase é simplesmente nada
e nada não agrega valor no
c u a z i...
adorei teu poema, Yayá!
mas é na terceira leitura que a gente pega... antes, não pega nada... na segunda, quase nada.
parabéns!
Peço desculpas pela ausência. Belo poema! Uma ótima segunda! Bjs
ResponderExcluirOtimas palavras,belo blog,seguindo!
ResponderExcluirBom poema =)
ResponderExcluirEm relação ao teu coment no meu post, ainda bem que é há essa oportunidade por vezes... Um free hug também =)
Quando algo se vai pode ter certeza que outra coisa virá, não para preencher os espaços deixados, mas para acrescentar novas experiências.
ResponderExcluirAbraços
suas palavras têm sabor de saudade... n'o escritor de sonhos tenho um texto sobre saudade, palavra que deveria ser meu sobrenome. procure lá o texto "longe" em maio. ah! e voltei à ativa, com alguns textos recém saídos deste lugar que não sei bem, mas é a minha cabeça.
ResponderExcluirum abraço
-aurelio
oescritordesonhos.com
Olá Yayá!
ResponderExcluirQue lindo poema este!
Gostei imenso!
Um boa noite
Beijinho.
dói muito a ausência de quem amamos. é incontrolável esta dor .
ResponderExcluireu to adorando o teu blog, nao o conhecia, ainda to visitando varios, e o teu é muito bom mesmo.
parabéns .