O resultado da conta feita
Vem apurar da estatística, o álibi
Da porcentagem disposta em série
E demonstrar a razão parcial.
A fim de obter a medida prévia
Condicionada em exemplos fáceis
Do complicado vetor da estética,
Como calcula a interface na álgebra,
A geometria vem, demonstra a métrica,
Desarrazoa um resultado em partes
Ao conservar as variantes, cega
Ao fracionar condições afáveis.
O demonstrado é o previsto na híbrida
Hipotenusa e não é descartável,
Mas o possível no quadro da égide
Proposital, e conforme o estável.
E demonstrar a razão parcial.
ResponderExcluirInteligente teu poema
Abraço
Decididamente as razões do amor não são estabelecidas por fórmulas matemáticas. Felizmente!
ResponderExcluirbeijos
Poema inteligente!Eu, que da matemática só sei somar amizades, compartilhar sonhos, dividir alegrias e sutrair tristezas curvo-me às fórmulas matemáticas.
ResponderExcluirUm ótimo final de semana, pra você.
Bjs.
exatidão
ResponderExcluirdo
tic tac
do coração
O amor não é uma ciência exacta =) *
ResponderExcluirQue criativo e inteligente!
ResponderExcluirAliás criatividade é a sua marca registrada, Yayá.
Só sei somar, nada mais. Admiro os matemáticos e os sábios das exatas.
Como na minha vida tudo é inexato, nunca poderia me dar bem nas exatas.
Beijos Yayá!
Karacas!
ResponderExcluirPode se candidatar a deputada federal! rsssss1
Abraço!
É inteligentíssima colocação, mas ainda nem entendi até hoje a ciência exata da matemática, hipotenusa, quadrado, catetos...Enfim...Adorei aqui sua colocação em versos!!!
ResponderExcluirParabéns!
Ivone poemas
henristo.blogspot.com
gostei.
ResponderExcluirbom domingo
abraço!!
Genial!!! A Física colocada num poema de uma forma tão inteligente.
ResponderExcluirÓtimo domingo! Bjs
Não há fórmulas nem medidas exatas para o amor. Acho que o amor se diferencia para cada pessoa!
ResponderExcluirMuito inteligente seu poema!
Obrigada pelo carinho no meu blog!
Beijos
... contrária às exatas da vida, adepta que sou às humanas... curvo-me diante da razão à emoção!! Parabéns pela estética de sua arte manobrada com total eficiência da genialidade humana possível!
ResponderExcluirAbraço, Célia.
Nossa, escancarou!!!
ResponderExcluirTornou sensível os numeros, lhes dando sentimento em prosa!Arrebentou!
Lembrando que temos uma enquete maluca la no blog, uma espécie de ginacana, e nós autores, apostamos um prêmio entre nós para quem ganhasse, e eu, rsss, convido a você para votar em meu humilde livro e amado o voo da estirpe, tá? Dia 10 tem sorteio!
bjsss
Inteligente e invulgar poema, Yayá. Muito criativo nas formas matemáticas. Adorei. Peço autorização ( não o faço sem me autorizar), para o cpoiar e imprimir para o dizer na próxima tertulia poética em Vermoim Portugal. Claro está que caso autorize,direi o nome do autor.
ResponderExcluirBjito e uma flor.
Bello e inteligente poema. Una fantástica creación. ¡Felicitaciones´! Un abrazo
ResponderExcluiroi
ResponderExcluirpassei no seu blog, é ultra hiper mega legal
tô seguindo
segue o meu
quantotempootempotem.blogspot.com
e o resultado do poema lido me deu um nó no cérebro.
ResponderExcluirSeu poema é inteligente e bem bolado Yayá, mas misturou meu produto "cinzento".
beijokas doces.
Sem dúvida, um excelente poema! Parabéns pela magnífica sensibilidade. Aproveito a oportunidade para agradecer a sua presença constante em meu blog. Muito obrigado, querida! Uma nova semana repleta de felicidades... são os votos do amigo Nelson.
ResponderExcluirBelo poema, como sempre com mensagem bem sintomática.
ResponderExcluirComo noutros locais, onde ainda já hoje pude passar, hoje que tive algum tempo para dedicar à minha cultura de espírito, pude continuar a apreciar que dá gosto ler seus escritos, que têm de ser apreciados com tempo, tal a profundidade das mensagens.
Como vê tenho andado por aqui, apenas que por manifesta sobrecarga de afazeres não tenho podido marcar presença. Ainda um destes dias, numa viagem familiar, andando num rápido passeio bem longe, nos arredores de Lisboa, pude visitar o real Palácio Nacional de Queluz, onde nasceu e morreu o rei português D. Pedro IV (que doou o seu coração à cidade do Porto), o D. Pedro I libertador e Imperador do Brasil, e veio-me logo à ideia as pessoas que me dizem algo desse belo País...
Não é por acaso que, além de seguir seu blogue, também o coloquei na barra da lista dos meus blogues...
Abraço.
Boa noite, adorei a brincadeira com as palavras, mas sou mais emoção, coração do que razão, então, como me pareceu uma equação, nao tenho a solução, deixo então, apenas meus abraços que somados aos seus, terminaram num forte abraço a quatro maos...bjin e fique com DEUS!
ResponderExcluirVocê está sempre a surpreender, em versos e em conhecimento.
ResponderExcluirBjs.
Uma forma muito inteligente de versar.
ResponderExcluirAmei.
bjs