O lago circundado por casas,
Bucólica paisagem no quadro
Do canto da vivenda sem asas,
Retorna ao seu lugar restaurado.
O verde desbotado são as algas
Que sobram descuidadas no pálido
Lugar; são desbotadas análogas
Às tintas removidas com tato.
Cristal que se ilumina nas claras
Correntes; barcas-novas de um lago
Brilhante, de janelas de esquadro
Que, belo, são projetos das traças.
Saudade
ResponderExcluiré trazer para dentro do peito
o que deveria estar
ao alcance dos olhos.
Lou Witt
Beijos na alma e coração...M@ria
Cada dia que de presente recebemos
ResponderExcluirÉ mais um sonho que temos
De ver o sol para todos brilhar
Neste universo nos dado para amar.
Ataíde Lemos
Feliz Semana...Beijos meus! M@ria
Olá!.. Passando para lhe dar as boas vindas!
ResponderExcluirMuito gostoso este seu cantinho e os poemas são muito encantadores.. Parabéns!
Uma beijoca em seu coração..
Verinha
Esse poema é coincidentemente a descrição do filme “ A casa do lago”
ResponderExcluirAdorei o poema! Fechando os olhos é possível imaginar esse lugar bucólico e mágico... Me encantei com sua arte e escrita... Voltarei! Bjusss
ResponderExcluirTu riconcito se convirtio en mas magico aun
ResponderExcluirquerida Yaya !!! , es tan placentero leerte
amiga !!!
Besitos .
Tudo por aqui é mui lindo..
ResponderExcluirBjos eboa semana...
Um poema que é cheio de beleza nostalgica.
ResponderExcluire um blog que é lindo, suave como o voar das andorinhas.
gostei muito, da suave presença do amor.
beijo
Olá Yayá!
ResponderExcluirSeu poema me faz lembrar de lugares e coisas da minha infância, e voltar as lembranças, me deu um pouco mais de acalanto neste domingo de ventos fortes!
Lindo Poema!
Abraços;
Canata
Mais um belo poema!
ResponderExcluirBeijos,
Débora.