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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Estrito-Senso


Estrito Senso


De ponta-cabeça,
Vê-se a timidez
Muito firme e coesa


Sem que se envaideça,
Porque é solidez,
E, mesmo, destreza,


Para que enobreça

Numa nitidez.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Anotações


Anotações

Anotações
De um tempo dado
São reflexões
Sobre o guardado

Em coleções.
O rabiscado
Nessas canções
É o desejado;

Resoluções
Do que é colado
Às emoções;
Condicionado.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Aprimoramento


Aprimoramento

O tempo escondeu
O sol sem demora
E o sono cedeu
À noite lá fora.

Refrescou, choveu,
E abafado agora
É esse poema meu
Com gosto de aurora,

Porque o que se creu
Se valida agora
Pelo que se leu;
Tudo se aprimora. 

sábado, 28 de janeiro de 2017

Modernização


Modernização

Bolhas de plástico,
As renováveis
Formas do elástico

Em pórtico e ático;
Modernizáveis
E nada cáustico

Em móvel prático,

São realizáveis.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Hospitalidade


Hospitalidade

Não sabem das tantas dores,
Desdizem da compaixão
Cuja origem são os amores,
Que precisam de atenção.

Irmanemos em ardores
Por toda essa compreensão
Que não se chamam favores;
É antes a obrigação

Dos gestos acolhedores
Praticados por cristão.
Sejamos cultivadores
Dessa espiritual missão.





quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Coador de Café

Coador de Café

A saudade boa,
Não passa e nem voa;
Lembrada é alegria.


Dispensa a garoa,
Céu que se perdoa;
Feliz todo dia.


Café que se côa

Em pano, se diria. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Pessoas Notáveis / Crônica do Cotidiano


Pessoas Notáveis / Crônica do Cotidiano

     Tem gente que, matematicamente, resolve a questão. Eu procurei o auxílio de um profissional de engenharia para solicitar um projeto.
     _Qual é o seu problema?
     Em dois minutos consegui me expressar e dizer o plano de engenharia que eu pensei que precisava.
     O engenheiro, do outro lado da linha, esquadrinhou  o projeto em medidas exatas.
     A meia hora que valeu o dia. Eu não faço a menor ideia de como foi que eu entendi a matemática, mas acredito que a fita métrica ajudou bastante, além do que as frações são minhas amigas o dia inteiro, mas não me faça calcular na hora em que estudo música, é outro tipo de raciocínio.
     Depois de meia hora medindo quadrados, círculos e triângulos muito bem explicados, ele foi taxativo numa solução.
     _Procure uma solução caseira, porque eu prefiro que a senhora resolva e faça uma parte do seu projeto porque esse é o projeto ideal.
     Solução caseira? É comigo mesma!
     Uma pessoa notável porque resolveu o meu projeto, me deixou contente e instigou a minha criatividade.
     Existem pessoas admiráveis e eu precisava dessa conversa, conforme pode se observar no texto de ontem. É bom ver o próximo com boa vontade, gratificante. 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Espiã de Shopping Center?


Espiã de Shopping Center?

     Estamos em época de liquidações e quem gosta de uma boa oferta não deixa de dar uma passada nas lojas.
     Na minha cidade tem um Shopping Center com ofertas, mas também tem uma Chocolândia, ou seja, são quarto lojas de chocolates num mesmo andar. Passei num quiosque e comprei um e mais dois bombons.
     Estava escolhendo os bombons quando uma senhora magra, de estatura média, cabelos louros claros com o corte estilo "chanel", chegou e perguntou o meu nome.
     Eu disse o meu primeiro nome e perguntei por que é que ela perguntou.
     _Eu queria encontrar-me com uma pessoa e ela me disse que estava aqui no quiosque, comprando bombons e vestia calças azuis e blusa listrada.
     Eu disse que eu não estava ali para me encontrar com ninguém.
     A mulher, de meia idade, foi embora, depois de medir-me. Eu também olhei o vestido bege de tecido fino que ela vestia e não gostei.
     Comentei com as moças a ocasião esquisita e disse que hoje em dia essas coisas dão medo, um mal estar porque enquanto escolhemos bombons, podemos ser furtadas inadvertidamente.
     As moças disseram que também tomarão mais cuidado. De repente, alguma freguesa é furtada ou sabe Deus o que é isso.
     Depois dessa vim embora passando pelo estacionamento e, no vidro do automóvel estava uma propaganda de uma cervejaria com cinquenta por cento de desconto no dia da inauguração.
     Eu não sei quem e nem como, mas na janela lateral estava o panfleto colocado forçadamente entre o vidro e a coluna lateral e se lia:
     "50"
     A imaginação não precisou ir longe para ler "SOU".
     Mas ela é o que: assaltante, espiã, ou coisa até pior. Gente que age assim, é coisa desconhecida.
     Escrevo porque o Shopping não pode deixar de averiguar esse tipo de acontecimento quando é causado por gente bem vestida e de aparência fina.
     Ao invés de estar contente por ter ido ao Shopping, voltei preocupada com essa mulher que veio falar comigo e com o desconhecido que forçou a colocação da propaganda da cervejaria no vidro lateral do carro.
     E se eu não escrevo o absurdo?
     Eu sei que tem gente que vive e desconsidera o cristianismo e que se deve ser contra o fato e não a pessoa.
     Nem sei se o que escrevo é crônica ou diário, mas o mundo é para se cuidar.
     Hoje não houve poesia.    

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Poesia


Poesia

Poesia é ficção,
Um desencaixe
Da perfeição,

Mas não é ilusão.
É antes a sintaxe
Da condição

Da percepção

Em tinta guache.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Ideias


Ideias

Entre planos e desenganos,
Encontramos alguns ideais,
Evitando-se alguns enganos
Que não dizem os comerciais.

Trocadilhos por entre panos
Que se formam em mananciais,
Vão-se lá a cruzarem oceanos,
Transformando-se em especiais.

São essas notas em vários pianos;
Quase nada, mas essenciais;
Passarinhos dos cotidianos
Simplesmente tão desiguais.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Os Pequeninos / Reflexão


Os Pequeninos

     Respeitar aqueles que são pequeninos, e digo isto com certo carinho por todos aqueles que não têm tempo para os livros e para as reflexões, é de suma importância.
     As moças da limpeza contam que o dia delas, quando chegam em suas casas, continua com o jantar e a família.
     Mas também contam que, no dia a dia, as mentiras se multiplicam entre elas e também é uma forma de diversão.
     Ouvi a seguinte frase:
     _A senhora não mente porque não precisa, mas ai da senhora se levasse a vida que a gente leva.
     Respondo que, embora não seja crédula, continuo a não gostar das mentiras e não minto a elas, pois basta tomar cuidado ao escolher as palavras que o entendimento se faz.
     As provocações são tantas que eu acabo por rir.
     _O problema da senhora não mentir está em não conhecer as mentiras, portanto a senhora não sabe quando mentem para a senhora.
     Pode ser, mas eu não consigo pensar assim. Respondo com educação.
     Pessoalmente, eu creio que a verdade é fonte de luz e essa luz é uma busca contínua.
     _A senhora pensa assim porque não tem que pegar o ônibus às cinco da manhã e ver todo o tipo de gente na fila, cuidar da bolsa e dizer onde é que vai para as pessoas que pegam o ônibus no mesmo horário. A gente não diz onde vai e nem que horas sai e, preste atenção, por favor, a gente não diz nada de verdadeiro sobre a família da gente. Essa regra vale para todas nós. Assim a gente vem conversando e passando a hora até chegar no ponto de ônibus que faz a conexão com o outro ônibus que a gente tem de pegar para chegar na casa da patroa.
     É desse jeito que elas, as moças sinceras da limpeza falam.
     Pergunto sobre as patroas, o que elas conversam entre si.
     _Em parte, a gente diz a verdade e em parte, a gente mente. Se elogiar, tem outra para o lugar. Se criticar, as outras moças vão contar e contar até chegar no ouvido da patroa.
     Eu insisto que é possível viver bem sem mentir.
     A resposta é hilária:
     _A senhora é um daqueles casos onde a sorte e o trem não pegaram a linha. Ah se a senhora tivesse cinco filhos?! Não quero nem pensar no que fariam a senhora de boba! Deus a proteja!
     A conversa segue desse jeito com qualquer uma delas.
     Uma delas, a que se considera inteligente, diz que fala pouco e faz pente fino em cada casa que vai.
     _Eu quero saber com quem eu estou lidando. Eu olho roupas, sapatos e tudo o que eu posso olhar para me certificar que estou em casa de gente que presta. Comigo ninguém "tira farinha não" (expressão vulgar que significa que ninguém faz ela de boba).
     Pergunto, no entanto, se ela mente.
     _Isso é obrigação. A senhora não faz ideia de como é que o mundo é.
     Chega uma hora em que não consigo acreditar em nenhuma das respostas, mas a consciência me diz que são pequeninas e que aos pequenos se deve tratar com misericórdia.
     _Vai pensando assim que a senhora se dá mal.
     Mas essa é a minha obrigação.Até mesmo pelo cristianismo.
     Através dessas tantas conversas, que me perturbam, porque sou contrária a elas me fazem pensar se o estilo de vida é que permite a verdade, ou talvez a leitura seja o que permite a verdade; ou a mentira seja um vício do qual as pessoas não se desapegam, ou então a mentira seja uma defesa dos indefesos de uma sociedade. 
     Eu sei, no entanto que a verdade é a luz, pois Jesus Cristo disse:
     _Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
     E Ele é Deus.
     Daí eu reflito em continuar a pedir para que se diga a verdade no dia a dia, mesmo que seja preciso algum esforço. É a minha obtigação cristã.
   

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Superação


Superação


Não há muito que dizer,
Pois basta ir e fazer
Sem se automatizar,


Pensar em se vencer,
Negar-se a se absorver,
Mas ainda se empolgar


E a si se convencer;


E, assim, se superar.






quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Personagem de Si


Personagem de Si


Entender-se é buscar
Em si algum personagem
E, a si, representar.


O destino é alcançar-se,
Ver-se em toda roupagem;
Também se despentear.


Esse auto-retratar-se,

Crê-se espelho da imagem.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Aperfeiçoamento

Aperfeiçoamento

Ficou junto em silêncio,
Sentiu esse sofrimento
Sem dizer, com o lenço;
A dor era um lamento

Indizível,sem senso
Ou noção ao pensamento,
Exagerado e intenso,
Pleno de abatimento.

Trapezista em suspenso,
Lona em afrouxamento
Num picadeiro tenso.
Alma e  aperfeiçoamento.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Arrepio


Arrepio

Chuvas de verão
Num varal vazio,
Seco é o dia ao assobio.

O céu folgazão
Brinca luzidio,
Mas o dia é arredio;

Um certo clarão

Conta um arrepio.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Edificação

Edificação

O pouco que se faz,
Pode trazer a paz
Ao espírito constante.

O que é que compraz,
Além do bem capaz
De ser edificante?

A humanidade é audaz

Quando assim faz o instante.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Pastilha de Hortelã


Pastilha de Hortelã

Quando está calor,
A cortina brilha
E convida ao humor
O vento que a trilha.

Ao sol incolor,
A canção, pastilha
De hortelã, é um sabor
Que, ao posto, partilha

Um gesto a favor
Da basculante ilha
De um ventilador.
Lá fora, fervilha. 

sábado, 14 de janeiro de 2017

Talvez


Talvez

O pensamento evasivo
Duvida e é questionador,
Mas chegado ao desaviso,
É resposta ao dissabor.

Ao contrário, não está diviso,
 Em egocêntrico andor;
Vem da experiência esse aviso,
Que é a dúvida e não o torpor.

Ele é, sem ser impositivo,
A dúvida ao locutor,
Que, geralmente é o impreciso,
Das ideias; um vencedor.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Demonstração

Demonstração

Comprova a teoria
A rara iguaria
Que é a exclusividade.

Abraçar teoria,
Quando o que seria
Probabilidade,

Sequer poderia,

Diz-se realidade.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Fatia do Céu


Fatia do Céu

De qualquer jeito,
A soma é a mesma,
Em quilo ou resma,
Sem contrafeito.

O pão insuspeito
É a santa homessa;
Nada há que o impeça
Ao bem aceito.

Dentro do peito,
Ele é quem esma
E a terra sesma;
Deus é perfeito.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sugestão

Sugestão

Essas canções,
Motivações
Desconhecidas.

Perturbações
Das emoções
Que são amigas.

Desatenções

Mui sugestivas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Poema Enigmático


Poema Enigmático

Entre o que não há mais
E os itens guardados,
Há santos sem ais.

Seguros beirais
Que, se distanciados,
São portos, não cais.

Pandora são ideais

Aos desavisados.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O Canto dos Grilos


O Canto dos Grilos

Quando os grilos cantam
Numa noite quente,
As janelas dançam
Num ar sem corrente

E ao vento abrilhantam
Um céu reluzente.
Esses grilos mandam
Que a todos contente,

Quando assim espantam
O tempo da gente,
Com os sons que encantam
O sono indulgente.


domingo, 8 de janeiro de 2017

Preceito


Preceito

Seguir é se ocupar
Sabendo transcender,
Viver é bom lugar
A quem queira estender

A fé ao outro e iluminar
A trilha a conhecer.
À revelação, amar
Ao seu próximo; ser.

Ao Espírito louvar
E, à palavra, querer
A todos abençoar;
Deus há de compreender.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Ilusão


Ilusão

A boa ilusão é a que se cria,
Caminhada em fantasia
Que, se chega se desmancha.

É vontade todo dia
De querer suave a via
E a obrigação não descansa.

Mesmo que o dia não sorria,

Seja feito de esperança.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Reis Magos


Reis Magos

Eram os Reis
Mágicos sábios,
Juntos os três

O céu se fez
Sem alfarrábios.
Presente os três

Brindaram seis;

São corolários.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Introspecção


Introspecção

A pensar
Foi-se o dia
Devagar.

Cozinhar
Nostalgia
É deixar

Depurar

E, a alma fia.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Ternura

Ternura

O calor vestido ao eterno,
Sem vento à janela, é incrível,
Passa o dia ao tempo, coberto.

Lembra que há pouco era inverno,
Agasalhado ao impossível
Para a chuva e o tempo incerto.

Que o dia seja bom e terno

Seja verão, ou, seja o inverno.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Aceitação


Aceitação

Diminui o a fazer
Quanto ao dia que é aceito,
Com todo o querer
E feito com jeito.

Quão bom é antever,
Saber um conceito
Sem o enaltecer;
Comer um confeito.

Esse se entender
É princípio aceito,
Pois se compreender
É amar-se imperfeito.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Anúncio de Cinema Discute a Comédia Brasileira / Comentário

Anúncio de Cinema Discute a Comédia Brasileira / Comentário

     Para começar o ano com entretenimento fui ao cinema: Sully - um filme excelente. Heroísmo que emociona.
     Agora, exponho o tema. 
     Antes de começar o filme apareceu uma propaganda com link para ajudar o comediante brasileiro, que segundo a propaganda, está num momento ruim.
     Não sei se algum texto pode ajudar, mas um comentário pode ser elaborado.
     É comum nos Estados Unidos a existência de shows, teatros diversos e, o público tem poder aquisitivo para frequentar esses locais.
     Eles têm elenco de palco, ninguém atua sozinho. A chamada para o humor do outro é dada por um gancho, uma frase pronta para ouvir uma resposta absurda. Assim, a chance de fracassar é menor, ou, dividida por dois num mesmo palco.
     Caminhando por entre livros, percebe-se que o personagem feito pelo ator, mesmo o de humor, tem estilo próprio. Nada mais forçado e caricato no mau sentido, do que um humor forçado e que chega a irritar quem assiste. Ao irritar o ouvinte ou a quem assiste, o "chamado público" não volta mais.
     Ah! Mas o patrocinador é quem determina o estilo de humor. Patrocina por uma temporada, mas depois é o que se vê, conforme a propaganda contou sobre os humoristas. Nesse caso é positivo que enfrentem dificuldades; não mais aceitem tudo aquilo que os patrocinadores impõem.
     Outro detalhe: fazer o público parecer ingênuo e crédulo não é humor. As brincadeiras são entre os atores, e cabe ao público reagir e interagir com as buscadas risadas. É lógico que uma interação com o público é necessária, mas desde que não se humilhe o público, o que é o caso das pegadinhas sadomasoquistas.
     O humor pode se dividir em categorias tais como os parques de diversão dividem os seus brinquedos. Comédia para famílias, comédias radicais para o público maior de dezoito anos, comédia jovem e comédia para os chamados "nerds".
     Também igual aos parques de diversões, deveriam existir bares para a chamada "Happy Hour" onde houvessem apresentações humorísticas alguns dias durante a semana, algo de custo acessível para o brasileiro.
     Particularmente, eu não gosto de ir ao teatro, mesmo quando tem show musical, coisa que eu gosto tanto que não consegui dormir ontem, dia primeiro, sem colocar um fone de ouvidos e brincar ao teclado.
     A comédia precisa da televisão e do público televisivo sem que necessariamente haja interação. A concentração do telespectador diminui se estiver ao mesmo tempo numa rede social e assistindo ao programa de televisão. Um humor fino e familiar fica bem na televisão.
     Sim, temos um público puritano que gosta de humor e é preciso humor para os conservadores.
     Também precisamos de humor brasileiro dirigido às crianças ao estilo dos antigos "Os Trapalhões" e da "Família Trapo" assim como o consagrado humor do "Sai de Baixo". Não temos humor político sem ser politicamente ideológico.
     Parte da situação em que o humor nacional se encontra hoje em dia deve-se ao excesso do chamado humor grosseiro, onde a maldade de uns para com os outros é motivo de riso e aí cabe aos atores não se submeterem a isso e foi pensando nisso que eu escrevi acima sobre essas cantinas de final de dia e as apresentações. Até sugere-se que façam contratos por temporada televisiva com determinado tipo de humor.
     Embora eu não esteja em fase de risos, a comédia é assunto sério e deve ser tratada com seriedade.
     Agora encerro o assunto.
     Falta seriedade com o assunto comédia, é essa a minha opinião.
       

domingo, 1 de janeiro de 2017

Primeiro do Ano


Primeiro do Ano

Refrigera sem pressa,
Sem nem mesmo pensar,
Sem fazer ou esperar,
Sabendo que começa

A rotina que apressa.
Tempo é se musicar
E já vem respirar
E é tudo o que interessa.

Dia primeiro é caleça
Que começa a rodar,
Pensamento a se dar,
Emoção que refresca.