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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Valores Humanos na Tomada de Decisões / Crônica do Cotidiano


Valores Humanos na Tomada de Decisões / Crônica do Cotidiano

     Ainda me sento para escutar histórias, bons conselhos e fatores que podem influenciar o cotidiano.
     Hoje ouvi uma palestra sobre a boa convivência baseada em valores humanos.
     O dia começou cedo e com ele um ensinamento que, até agora, até por não ser da minha natureza humana, eu não tinha prestado atenção.
     "O ser humano é muito adaptável às circunstâncias que o cerca e se acostuma à estupidez sem perceber. Quando percebe é porque já se acostumou a ela e a propagou, criando para si e para outrem um ambiente de convivência estúpido."
     O dia seguiu dessa maneira, com ensinamentos sobre valores humanos, independente de qualquer filosofia e teologia.
     "Podemos e devemos conviver com aqueles cujos traços de caráter são coincidentes em alguns pontos. Não se trata de bom ou mal caratismo, mas de maneiras de pensar similares e aceitáveis sob um ponto de vista de caráter comum que facilitam as relações interpessoais. Não se trata de discriminar outros pontos de vista, porque não é disso que o assunto trata. São hábitos como sentar-se para ouvir e contar histórias, por exemplo; tem gente que não tem a menor paciência para essa atividade e tem gente que gosta. Esses pontos de vista comuns ajudam a se obter melhores resultados em projetos pessoais e a suportar as frustrações com apoio mútuo."
     Valores humanos importam para a tomada de decisões pessoais, mesmo lembrando que o respeito aos divergentes é fundamental e o respeito, quando não obrigatório, é um traço de caráter, com variações importantes nas questões subjetivas que levam a bons resultados à condição de desenvolvimento pessoal mútuo.
     Sabe, hoje foi um dia que valeu cada minuto.
     "As dificuldades provenientes de decisão pessoal devem ser enfrentadas com parcimônia por aqueles que estão de fora da questão. Quando se percebe dificuldades provenientes de decisões humanas e realizadas por escolhas que não interferem negativamente nem na vida daqueles que tomaram a decisão ou os seus partícipes nessa decisão, podemos deixar que os grupos de interesses se resolvam sem a interferência indevida de parte alheia à questão. Toda decisão humana é difícil, ou seja, têm os seus prós e os seus contras, são escolhas feitas por traços de caráter."
     Hoje eu fico até amanhã contando sobre essa palestra, mas é tarde e desejo aos leitores um bom descanso.
     
     
      

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Adorei sua crônica e me fez retornar à simplicidade do meu pai que, sempre, após seu trabalho, jantávamos e ele, junto com os filhos e a nossa mãe, contava com riqueza de detalhes o seu dia de trabalho... Era linda a nossa "união familiar" com nossas histórias pessoais. Obrigada!
Abraço.