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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Obrigações


Obrigações


Avesso dobrado,
Direito passado,
É pronto o vestido.

Depois de guardado,
Todo pespontado,
É mais colorido.

Cabide enfeitado,

Bendito e, cumprido. 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Livros


Livros



Meus bons livros,
Bons amigos
De se ter.

Prestativos,
Divertidos
De se ler.

Se bem lidos,

Fazem ver.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Por Que, Poema


Por Que, Poema?



     Fazer poemas está relacionado ao dia a dia. São várias as inferências que acabam por se transformarem em versos e rimas.
     Este ano me propus a ler a Bíblia inteira, o que não significa algum tolhimento do pensamento, desde que em conformidade com o amor de Cristo, segundo os evangelhos. A liberdade de consciência é individual e plena, eis o porque do poema. 
     Eu tenho um livro-guia para que a leitura seja profícua, interessante e animadora da fé.
     Tirei uma foto da frase no topo da página para mostrar para vocês.
    
Consciência

Oh! Liberdade de pensamento,
Com o saber divino, minha alma,
Vem discernir o contentamento,

A proteção que é este entendimento
Da boa palavra que a tudo acalma,
Porque reflete o desprendimento

Espiritual do recolhimento

Em oração ao doce agendamento.

.............................................................................................................................................
Ah! Se a vossa liberdade / Zelosamente guardais /
Como sois usurpadores / Da liberdade dos mais? Manuel Bocage

Estou muito grata pela companhia de tal livro!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Reflexão comparativa entre misericórdia e dó / Reflexão


Reflexão comparativa entre misericórdia e dó / Reflexão


     Este é um tema difícil, mas muito bem sugerido nos seguintes termos:
     “_Ai que dó! Eu também sinto dó. O que você acha?”
     A reflexão diz respeito a uma forma de expressão expositiva de um pensamento para que seja possível o diálogo.
     Eis aqui o que consegui pensar desde a hora da sugestão:
     A misericórdia inspira o bem em qualquer circunstância, pois é o primeiro passo para a caridade, tendo em vista que é generosa, mesmo quando em discordância de palavra ou atitude, pois diz da vontade de que a misericórdia e o amor de cada ser humano prevaleçam sobre toda e qualquer questão.
     Já, a pena, ou, o chamado dó de um pelo outro, ao contrário do que se possa imaginar de positivo, é uma comiseração expressa da incapacidade parcial ou total de pensar ou agir generosamente para com o próximo. O dó é a aceitação do sofrimento do outro como algo imutável, mas para Deus, ou, para os que não creem, mas é positivista, a condição de imutabilidade de um sofrimento não existe, a menos que seja uma impossibilidade de se agir em conformidade com o bem, objetivo primeiro da existência enquanto vida.
     O dó se exprime a traduzir-se como a cumplicidade inequívoca com o mal, pois nem mesmo conta com a boa vontade humana de dialogar, ou, com uma simples oração, feita em silêncio, em favor daquele que sofre, para que o seu sofrimento seja minorado.
     A misericórdia é inspirada, tem boas intenções explícitas ou implícitas por parte de quem sabe do outro a sua dor mesmo estando sem condições de nada fazer de prático para aliviar o sofrimento daquele que sofre por algum motivo.
     Exemplos são necessários. Digamos, por exemplo, de qualquer pessoa que ainda não tenha encontrado a sua vocação. Nada se pode fazer quanto a isso, mas pode-se desejar que esta pessoa encontrasse o seu bom caminho para que possa estar inserida na sociedade através do amor da sua vocação, nas suas intenções e atitudes.
     Sobre o diálogo em si, o que dizer? Dizer que o dó pelo outro é um sentimento cultivador de amargura e que pode levar a autocomiseração. Dizer que a misericórdia é uma prece que fazemos sem precisar dizer muito, é uma prece para que o discernimento do Espírito Santo a esteja inspirando, é pedir que Deus ensinasse a desejar o bem ao próximo por meio de livros, filme, e por que não dizer canções. Dó é sentimento de incapacidade de ser ou fazer o bem em determinado momento, ter em mente este conceito muito pode ajudar a mostrar o que é a misericórdia.
     O dia a dia é feito de muitas inserções e conversas rápidas, diálogos, críticas e elogios, não há motivo para se amargar com pensamentos que não ajudam nem a si mesmo e nem ao próximo.
     Evoluímos constantemente na busca pelo conhecimento, na superação das dificuldades e a sabedoria agregada durante a existência é infindável. Nenhum ser humano está pronto sob o ponto de vista de que nada possa melhorar, conforme o ditado “Enquanto há vida, há esperança.” A esperança de um ser humano em relação ao seu próximo é parte da misericórdia.
     Hoje, a sugestão do tema veio de forma inesperada, mas é apropriada a alguma reflexão.
     Espero que o leitor não pense o texto como uma página de um diário pueril porque não é do que se trata.
     O pensamento pode ser objetivo e proposital, sugerido e questionado, valorado em busca da confiança do ser humano pelo seu próximo, ensimesmado.
     Sugestão instigante!

     

domingo, 26 de junho de 2016

Haveres


Haveres



Se, anoiteceu,
Algo comeu
O entardecer

E, apeteceu
Olhar o céu
Pra nada ver.

Não se perdeu,

É o tempo a haver.

sábado, 25 de junho de 2016

Desígnio


Desígnio


A crença é o desígnio
Que muda o impensado;
Se fosse o destino,
Estaria afixado

Em placa de insigne
Poste acinzentado,
Sem que houvesse sino,
Mercantilizado.

A graça é o desígnio
Quando transformado,
Desalinho fino
De belo rendado.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Conforto



Conforto



Conforto se aprende,
Conforma-se ao frio,
O que não é vazio
Ao que se pretende.

Não sei se me entende,
Mas passou o arrepio
E, o tempo é macio;
Aquiesceu contente.

Nada é mais urgente
Do que as meias de fio
Quente, às quais confio,
O dia, plenamente. 

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ilusão


Ilusão



E foi a neblina,
A ilusão, o dia;
Nenhum calor.

Ao céu se via,
A manhã fria
E sem calor.

À descortina,

Um cobertor.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Desconhecimento


Desconhecimento


Mesmo sem entender
Palavra por palavra,
A intenção é compreender
A metáfora e a graça

D’alma que é afeita ao ser
E, que em união congraça,
Porque acresce o saber
Que ao bem se ter agrada.

Quem lê, sabe se ler,
Ao livro que destrava
Esse desconhecer
De saber-se palavra.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Inverno


Inverno



Chega o inverno, arredio,
Onde tudo é distante,
Com chuva e certo frio
Acostumado à estante,

Aquecendo o vazio
Que reduz à variante
Sensação de arrepio;
Termocondicionante.

Passa o dia fugidio,
Nexo condicionante
Da geada ao luzidio,
E se mantém brilhante.



segunda-feira, 20 de junho de 2016

Página Perdida


Página Perdida


Esta página rabiscada,
Conta ao tempo o que percebeu,
Sem saber que estava fadada
A compor o que não escolheu.

A caneta é solta e está atada
A esses versos a que acolheu
E anotar a palavra dada
De um resumo que se perdeu.

O caderno é página alada,
Diz do sonho, o que se escreveu,
Mas sem poema, a tinta é esse nada,
Num papel. Veio o frio e se encolheu.

domingo, 19 de junho de 2016

sábado, 18 de junho de 2016

Calor Humano / Crônica de Supermercado

Calor Humano / Crônica de Supermercado



     Hoje a crônica é de arraial junino, com o supermercado lotado e a pescaria de crônica rendeu momentos avulsos.
     O primeiro momento deu-se na fila do pão. O supermercado colocou música de quadrilha (festa junina) para animar as compras.
     O marido vira-se para a mulher e diz como se ela fosse alguém que ele não conversasse há muito tempo:
     _Falando em quadrilha quem é que fica e quem que sai? O que você acha?
     A mulher olhou para o marido com um pequeno ar de censura pelo público em volta deles.
     Ele olhou para ela e disse que a ideia era essa.
     Ela deu o braço para ele e foram para outra seção que não a do pão.
     Comprei café. Eu não sei por qual motivo o corredor do produto tinha com fila de carrinhos de reposição dividindo os dois lados do corredor.
     As pessoas escolhiam os seus produtos extremamente atenciosas umas com as outras. Com o corredor lotado e tocando a música para a dança da quadrilha, erguíamos as nossas mãos para deixá-las à mostra uns dos outros e os termos “com licença e, por favor,” foram muito utilizados. Saímos do corredor como se tivéssemos esterilizado as nossas mãos e com os pacotes de café nos carrinhos. Foi um congraçamento espontâneo e bonito de participar.
     Saí do supermercado sorrindo, com esperança na boa vontade e no bom humor das pessoas que estavam ali,
     Quando se pensa o bem e se tenta escrever todos os dias nesse sentido, acontece certo desgaste espiritual e a motivação vinda dos outros ajuda.

     Hoje a motivação para falar de coisas boas veio dos outros e eu fiquei contente.
     A música inserida é do folclore brasileiro.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Livre ao Livro


Livre ao Livro



Leitura é disposição,
Quando acrescenta vontade
Contínua à constituição
Expressa da liberdade.

É diferente a canção
Quando é feita de amizade,
Não decodificação
Dessa sensibilidade.

Ler é a participação
Com a reciprocidade
Que transforma a reflexão
Em ágil criatividade.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Visão de Contexto


Visão de Contexto


Igual ao texto
Sem importância,
Surge um contexto
Numa inconstância.

Como pretexto
Da relutância,
O ano bissexto
É redundância

Naquele cesto
Da equidistância
Que diz ao léxico
Da ressonância.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Folhas Douradas


Folhas Douradas



Voltam às revoadas,
Pássaros nos campos
Desse sol de geadas
Nesse dia de encantos.

Alheia às passaradas,
Vestem-se de mantos
As folhas douradas
Ao chão, pelos cantos.

Pessoas apressadas
Cantam sem quebrantos
As belas calçadas
Que brilham aos santos.


terça-feira, 14 de junho de 2016

Louvação

Louvação



Resta agradecer
Às boas prospecções,
Há que se manter,

Fazer por querer
O bem em ações.
Ao amor, o se ater,

A fé ver crescer

Sem ver intenções.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Sublinhado

Sublinhado



Texto sublinhado
É como a lembrança
Do tempo guardado,


Pensamento avoado
D’uma temperança
Por Deus amornado,


Sem ser desgastado



Por chuva ou bonança.

domingo, 12 de junho de 2016

Confraternização



Confraternização


Deus abençoa os que amam,
E ao por que declamam
Em docilidade,

E cuida os que o chamam
De amabilidade,
À qual se declamam.

Porque a si proclamam
De fraternidade.

sábado, 11 de junho de 2016

Falo como Quem Precisa / Reflexão

Falo como Quem Precisa  / Reflexão


     É como se fosse o melhor que eu pudesse fazer por todos os leitores, uma necessidade premente da minha alma.
      Vocês sabiam que no início do desfile do mundialmente conhecido parque chamado Disneylândia há um cartaz?
     Transcrevo o cartaz:
      “Agradecemos ao plano Marshall que tornou possível esse sonho.”
     O plano Marshall foi o plano pós-guerra que visava à recuperação dos países atingidos pela guerra.
      Nós temos falta de uma ideia: Pense Grande.
     Toda recuperação econômica é baseada no consumo e visualiza o acesso aos confortos e comodidades pela grande maioria da população.
      Pensar grande não significa que tal grandiosidade só possa ser acessada pelos gigantes, ao contrário, é para que todos tenham acesso aos biscoitos supérfluos e à educação.
       Nós somos um país grande, não podemos pensar pequeno. Temos muito a crescer e exportar qualidade de vida para os países com os quais tratamos de comércio exterior.
     Pensar pequeno é pensar em trazer a pobreza dos países subdesenvolvidos para que dividam as suas mazelas conosco. Pensar grande é criar um país que possa exportar cultura e desenvolvimento para esses países.
     Durante as crises há a tendência de pensar pequeno, as decepções são tantas que não se consegue ver o que é possível ser feito.
     Outro dia estava numa loja e um freguês disse para o que é que ele iria comprar um produto de qualidade duvidosa se ele podia comprar um bem com garantia e certificado de fabricação de uma empresa estabelecida e coerente ao fazer o produto ao qual ela se propôs a fazer?
     Brasileiro como todos nós, expôs a sua filosofia de compras.
     _Eu compro um bom produto e a minha próxima compra será outro produto porque eu bem gastei na compra desse produto. O produto mais caro nem sempre é o melhor, mas a qualidade do produto pode ser compatível com o que eu espero do funcionamento desse produto. Agora, se eu compro um produto de pouca duração de uso, eu tenho que calcular o custo desse produto e verificar se vale a compra. Às vezes vale porque às vezes eu preciso de algo para durar dois ou três meses e não vou investir (gastar) muito em algo que eu logo deixarei de usar.
     Pensar grande é tarefa de pensar grande e projetar ao tempo necessário para a execução desse projeto, considerando uma porcentagem para aquilo que não será feito, o que será pouco, quando se considera um grande projeto.
     Estamos conversando de projetos e custos e mentalidades também.
     Pense grande e com respeito ao próximo. Sente-se numa mesa e projete os seus bons pensamentos. O bom pensamento gira à mesa e se constata que o que não é bom não está ali.
     Quando somente pensamos sobre os bons acontecimentos, o que muitas vezes é uma utopia. Nós verificamos as falhas nossas e procuramos nos corrigir baseados em compreensão mútua. Mas a questão aparece como um vaso de cristal no centro da mesa e brilha. Se todos nós somos inocentes, onde está o problema?
     É uma solução cristã com efeitos de centro espírita, todos são abençoados e nos sentimos gratos por esse momento.
     Vivemos num mundo onde é preciso tomar cuidado, mas com o quê? Certamente vocês sairão da mesa com uma permissão insólita e uma proibição inusitada. A mesa redonda decidiu e resolveu através dos bons pensamentos e dessa comunhão espiritual proposta com a delicadeza do espírito.
     Não podemos nos apequenar com os desafios, por mais difíceis que pareçam ser. Toda crise tende a apequenar os pensamentos e é preciso lutar contra essa diminuição dos melhores dos nossos propósitos de vida.
     Eu também sei que esse texto é de certa forma, muito inocente, porque outra frase me marcou profundamente:
     “Certamente a mocinha letrada pensa que as palavras e os textos resolverão os problemas sem a menor necessidade do uso da força sem conhecer a desgraça que esse tipo de pensamento pode ocasionar.”
     Acredito que existam lugares onde as palavras se esgotaram. Aqui no Brasil ainda não, aqui ainda é possível pensar grande e projetar o progresso, a diminuição da violência e as desculpas para as contradições são necessárias.
     Mas é preciso pensar grande e é preciso acreditar que o esforço individual para melhorar a própria vida faz sentido. Essa frase seria óbvia, mas há que se encarar com toda a garra essa vontade de deixar que a vida faça um sentido maior do que aquilo tudo que já tentamos e fracassamos ou vencemos ou, ainda: Conquistamos!
     Conquistamos os nossos dias todos os dias seja com ações, seja com orações, seja com sonhos, seja com o enfrentamento das nossas frustrações, os desafios são muitos e é aí que está a graça, é para isso que aqui estamos para acreditar que cada dia é possível dentro das nossas possibilidades.
     Assim, cabe-me escrever ao blog, ao outro, por certo, cabe outra tarefa e disposição, não mandamos exatamente em todas as nossas vontades, o que é celestial sob o meu ponto de vista.
     Os seus pontos de vista podem ser diferentes e podem ser bons, o importante é quer sejam bons os pensamentos, grandes os sonhos e vontade persistente e generosa para consigo mesmo não extrapolando os próprios limites definidos pelos acontecimentos além da nossa determinação.

     Um bom final de semana a todos.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Predileção

Predileção


É preferível ficar nas canções,
Que ante ao invisível desconhecimento
D’alma, que surge por lapidações,
Fruto de todo posicionamento.

Nessas prováveis elucubrações
Poéticas únicas do sentimento,
Muda-se o rumo às interpretações
Calmas ou cálidas; é um surgimento,

Cego. Palavras de um só fingimento
Negam-se expressas nessas condições,
Sendo fugidas de algum pensamento

Para dizer de suas emoções
Numa paisagem sem consentimento.
É preferível ficar nas canções.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Família

Família



Da maravilha,
Não traduzir,
Forma a grande ilha
E o seu devir.

É como a trilha
De um existir
No que partilha
Ao conduzir

A toda milha
Nesse há de vir;
Santa é a família
E o seu luzir.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Incoerência


Incoerência



A fome do dia frio
É um desejo vazio,
Como uma tentação

Da gula ao calafrio,
Aquiescência do ardil
D’uma ponderação.

Aquecido o vinil,
À fome basta o pão.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Dia de Adoração


Dia de Adoração



Quem vê a luz, vê a redoma,
Áurea, envolta e perfeita,
Numa constatação,

Na proteção que assombra,
Que abriga a quem se deita
No jardim da emoção

Em dia de chuva que orna

Um céu de adoração.


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Blog Isso / Comentário

Blog Isso / Comentário



     Depois de meditar sobre o assunto resolvi escrever sobre jornal.
     Por acaso veio em mãos um jornal estrangeiro, o USA Today, um jornal norte americano. Folheei, por curiosidade e acabei por encontrar algo valioso para todos, especialmente para aqueles que moram em países com estados e províncias com tamanhos de médios às grandes.
     Uma página do jornal é dedicada à principal manchete de cada um dos estados americanos, ou um destaque de cada localidade que possa interessar ao leitor. Eis algo que seria interessante para nós, os brasileiros.
     Aqui do sul não se sabe dos problemas enfrentados pelos brasileiros do norte, a menos que esse problema tenha uma dimensão nacional.
     Em que ajudaria se soubéssemos um pouco um dos outros, perguntar-se-á o leitor. Seria muito bom se soubéssemos qual região está infestada por mosquitos, qual estado é bom para se visitar em consequência do baixo índice de violência, o que se pode evitar levar e trazer problemas enquanto ocorrem as visitas familiares nas diversas cidades.
     Nós temos aqui no Brasil as nossas culturas regionais e pensamentos diversificados que podemos compartilhar de forma constante, como se fosse um diálogo entre as culturas.
     Além das inundações e da seca, todos os estados tem a sua vida própria e os seus trunfos e dificuldades.
     Certamente que essas notas contribuem para o lazer, mas pode contribuir para melhorar as condições da qualidade de vida do país como um todo.
     A cultura poderia ganhar com essa coluna de destaques sugerindo e mostrando o que faz sucesso em cada estado.
     Poderia ser mostrado o que está acontecendo de bom e de ruim em cada localidade, sem muito excesso de palavras, mas com fonte de pesquisas para os interessados em saber um pouco mais sobre essa ou aquela determinada região por motivo lúdico ou por necessidade de se dirigir a essa localidade.
     Sabemos que a disponibilidade de um jornal depende dos recursos obtidos pelas propagandas dos anunciantes, Mas o jornal online poderia fornecer aos internautas algo parecido com isso.
     Para não copiar exatamente o jornal como está é que não tiro fotografia de página inteira.
     O brasileiro é criativo e pode fazer de jeito próprio.
     Pessoalmente acredito que é mais uma forma de interação e integração entre os sotaques, as dificuldades, as soluções e as boas ideias de cada região. Algo leve, não muito formal desde que seja informativo de algo que interesse aos outros estados e acrescente um ponto de vista facultativo.
     Bom, a sugestão é de graça.