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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Mudando de Assunto / Economia

Mudando de Assunto / Economia


     Hoje, excepcionalmente, tive tempo para ler e assistir a programas de televisão direcionados à economia.
     Reconheço que sou leiga no assunto, mas tenho observações a fazer. Não sou livre de ter opiniões de vez em quando, mesmo sem a tecnicidade necessária para discorrer sobre o tema apropriadamente.
     Acredito que o Brasil sentirá a diferença econômica em consequência da eleição dos republicanos nos Estados Unidos, pois as negociações econômicas entre os dois países tende a ser mais rígidas.
     O risco não político, mas da economia como um todo, é o engessamento vindo como influência da política externa, o que, em princípio não é certo e nem errado, é a perspectiva nas mudanças das relações internacionais.
     Não se sabe como será ainda essa visão das Américas, mas tende a ser conservadora, com uma visão mais agressiva de lucros.
     O Brasil conservador tem duas tendências, a primeira ao estilo europeu e a segunda, mais arrojada, bem ao estilo republicano americano atual.
     Por outro lado, o Brasil possui, apesar e, contudo, a capacidade de se adequar, com comportamento diferenciado, à economia mundial. Mas aí há um problema, quando o Brasil se empolga e segue sem discutir as diretrizes de uma única corrente econômica, ele se dá mal.
     Mas não precisa se dar mal porque sabe o que acontece quando se segue uma única filosofia de pensamento, tem que resolver a situação.
     O país tem a sua posição econômica perante o mundo inteiro como uma economia respeitável a ser considerada. Até agora, o Brasil é conhecido lá fora, como um país moderado, capaz de resolver as suas situações quando não adere a todos os termos propostos por qualquer negociação econômica.
     É bom que haja um planejamento para que o país continue, mesmo que devagar, a progredir.
     As turbulências internas e as influências externas não devem impedir a boa economia.
     O Brasil terá que negociar para manter essa moderação e esse é o ponto de vista desse texto.
     Manter boas relações internacionais não é aderir alguma mentalidade incompatível com a do país.
     Lembro também que o Brasil exerce influência sobre outros países, como alguns na África e no próprio continente da América Latina, mostrando-se apto para resolver as suas questões econômicas e gerando algum desenvolvimento em terras distantes.
     A mentalidade brasileira é de origem latina e isso não é defeito, é necessário se autoavaliar e perceber que o país tem qualidade técnica para negociar e, quem sabe lucrar com a nova mentalidade. Mesmo que não seja um lucro para si, mas negociar o investimento nesses países sobre o quais o país é capaz de influenciar positivamente, causando o desenvolvimento de outros países e melhorando o intercâmbio comercial com os países chamados de subdesenvolvidos.

     Admito que seja uma otimista incorrigível. Desse jeito.

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