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terça-feira, 6 de outubro de 2015

A Reforma / Crônica de Supermercado

A Reforma / Crônica de Supermercado

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Hoje tinha degustação de café no supermercado, esperei o café.

Nessa fila muito agradável havia um senhor de certa idade contando como reformou a casa dele.

Contava ele que a casa está boa, mas a experiência fora experimental e causa arrepios nele a cada vez que lembra.

Ele comprou o material de construção pessoalmente e contratou a mão de obra de uma pequena empreiteira, pensou que obteria um preço mais barato e obteve. No entanto trabalhou tanto quanto os ajudantes, ou seja, teve que dispor do seu tempo para aprender sobre material de construção.

O material de construção exige cuidados para a sua correta utilização pelo pessoal contratado e ele não sabia disso. Teve que providenciar o armazenamento para o cimento e a cal, além de outras várias e especificadas orientações.

Outro aspecto no qual ele teve que se aprimorar foi durante o tempo da reforma: com sol, ninguém falta, mas com chuva ninguém constrói nada porque o serviço é perdido. O dono da casa deve estar pronto todos os dias e não é avisado do dia em que o pessoal tem quase certeza que vai chover, ou, se eles chegam bem cedo porque choverá somente à tarde.

Eu gostei de ouvir a história dele, porque além de contar, ele transmitia a sensação de uma construção. A fila para o cafezinho era composta por mais ou menos cinco pessoas e, digo mais ou menos, porque uma senhora da chamada melhor idade, impacientou-se com a conversa e saiu da fila. Parecia que a história era a história da qual ela não queria saber, aflitiva mesmo.

Foram alguns minutos que valeram, pois, o que ele queria nos dizer era que o melhor é pagar um pouco mais e deixar o material de construção a ser comprado para a empresa contratada.

Ele também afirmou que é cômodo deixar a mão de obra por conta de uma empreiteira, as ausências e presenças em decorrência da variação climática fica por conta do engenheiro responsável pela reforma.

A experiência do outro fica registrada como deve ficar, na memória de cada um de nós que queríamos um cafezinho da degustação.

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