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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Sombrinha

Sombrinha
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Guardo comigo a sombrinha,
Essa atenção redobrada.
Guardo-a sabendo que é a minha
Fada. Choveu, é visitada.

Logo um chover se avizinha
E ela, composta, é rearmada,
Rápida em cor que se alinha
Rosa a aparar descorada

Água que cai, mas não vinha.
Hoje, surpresa ventada,
A esmo, conforme convinha,
A essa estação desarmada.

2 comentários:

Célia Rangel disse...

Utilidade nem sempre valorizada...
Abraço.

Maria Rodrigues disse...

Com o outono a chegar por aqui, uma sombrinha é sempre uma boa opção para trazer connosco.
Lindo poema
Beijinhos
Maria