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sábado, 1 de agosto de 2015

Alazão Fugaz

Alazão Fugaz

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A página rabiscada ao caderno

É um lápis de palavreado indeciso

Que, em dúvida, ao dicionário moderno,

Prolixo, se justifica conciso.

 

Sonetos desalinhados são o eterno,

Um clássico dirigido ao impreciso

Olhar do leitor, o seu ego fraterno,

Que rima à vista imperfeita e a seu viso.

 

Porque toda a explicação é fugidia

E interna, de metafórica ação;

Ao leigo, uma teimosia a cobardia,

 

Imposta pelo meio culto à vadia

Vontade do poeta-autor do alazão

Fugaz que é a imaginação do seu dia.

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