Loading...
Loading...

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ideias Diferentes de Paz / Reflexão

     Revejo os conceitos de estado laico e da função religiosa de propagar Deus e enviar missões ao mundo inteiro.
     Gostei muito de uma frase ouvida ao acaso da circunstância, uma pergunta inovadora:
     _Como se pode explicar o que é estado laico sem se ensinar religião? O estado laico se impõe à medida que o conceito de religião é ensinado nas escolas.
     Existem cidades onde o estado contribui com a igreja mensalmente Um pedaço do terreno onde a igreja é construída é propriedade do estado e essa é a contribuição do estado para a igreja por tempo indefinido, em princípio perpétuo. Dentro da igreja, não está escrito que o estado é laico, o conceito laico é a contribuição constante e a área de não mais que dois metros quadrados.
     O estado também é um agenciador da paz quando propicia a interação entre os povos de maneira eclética, facilitando o comércio e o progresso e promovendo a ordem entre o necessário progresso das regiões afetadas por conflitos.
     Coincidência foi a lembrança da frase da bandeira nacional: Ordem e Progresso. Função de estado.
     Às igrejas cabe o envio de auxílio às regiões afetadas por todo e qualquer conflito assim como no caso de calamidades naturais.
     Ouvi outra expressão que me chamou atenção:
     _Um povo aculturado se deixa enganar facilmente, não por vontade, mas porque é carente da cultura universal.
     Esse termo aculturado não foi dito sem propósito. Todos os povos precisam de conhecimento e cultura. Função de estado. Não se espera de nenhuma igreja que ela traga conhecimento humano aos povos.
     Às igrejas cabe os ensinamentos teológicos. Os conceitos de céu e inferno mudam conforme a doutrina seguida pelo fiel.
     As funções de estado não mudam.
     Manter um povo com falta de conhecimento pode significar, com o passar dos anos, a desestruturação de qualquer estado.
     Que conhecimento é esse? Esse conhecimento necessariamente passa pelo conceito do ser humano, das necessidades dos seres humanos de educarem os seus filhos para uma vida digna e que seja a circunstância uma aliada das aplicações dos conhecimentos adquiridos evitando sofrimentos desnecessários.
     Os sofrimentos desnecessários são aqueles que parte das pessoas sabem, como o hábito de lavar as mãos quando chega em casa porque existem muitos males vindos da falta de higiene.
     O ensino de história nas escolas poderia ser mais interessante, romanceada. Aliás, está escrito no livro citado pela palestrante que a segunda esposa de Napoleão Bonaparte era contraparente de D. Pedro I, rei do Brasil na época do Império.
     A parte romanceada dessa história eram que os casamentos, no Império, promoviam a paz entre os povos. Como ironia, foi dito, que hoje em dia é exatamente o contrário, o casamento promove a guerra nas famílias.
     Como se sabe, D. João VI veio para o Brasil porque Napoleão Bonaparte iria invadir Portugal. Com o segundo casamento todo e qualquer problema entre Napoleão e Portugal foi resolvido.
     Numa ilação apropriada da palestrante ficou clara a aprovação da instituição igreja aos casamentos que promovem a paz.
     As igrejas e os estados dialogam, não se pertencem.
     O texto está parecendo uma coleção de antiguidades, mas não.
     A maneira de diminuírem-se as favelas  do país dependem das funções do estado. Não cabe às igrejas o ensino da alfabetização, mas ao estado.

 

Um comentário:

Sor.Cecilia Codina Masachs disse...

Hola Yayá, tocas un tema muy delicado. En España estamos sufriendo un estado laical, a la fuerza y su suben al poder las izquierdas, nos van a hacer la vida imposible.
En fin...
Gracias
Un abrazo