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domingo, 10 de maio de 2015

Chuva, Física e Sincronicidade / Reflexão

Chuva, Física e Sincronicidade

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A chuva que cai lá fora tão natural, simples como o frio do outono, chega cheia de novidades, os pingos de água são como se fosse recomendações.

Uma delas é aquela que todos ouviram algum dia: não tome friagem sem necessidade. Com tanta gente gripada na cidade, evite chuva fria, água de marquise e carapuça que não te serve.

E um grande aconchego chega ao espírito mesmo sem poder ir até a igreja prestar culto. Assistirei pela internet. Esse resfriado dura quinze dias e eu não o quero para mim. Água de marquise já me causou inadvertidamente infecção nos olhos. A capa de chuva é de nylon e combina com jeans e não estou com a menor vontade de vestir jeans num dia como o de hoje: Dia das Mães sem mãe presente.

E levantei cedo e disposta, olhei pela janela e lembrei-me de todos os bons avisos de minha mãe.

Respeito o meu organismo. Se tiver que me resfriar, que seja por acaso, não voluntariamente. Gosto de usar jeans e tenho meus momentos jeans, mas por que usaria jeans num dia festivo quando posso desejar um Feliz Dia das Mães online para todos os meus conhecidos, os da igreja inclusive?

Que aconchego de mãe! Essa chuva, café e biscoitos, casaco e bem estar.

E a escolha veio da chuva mais os conselhos ouvidos durante anos, das gripes, das histórias cotidianas.

Foi num dia em que choveu e veio à estiagem. Olhei para cima sem saber se deveria abrir a sombrinha ou não. Caiu uma gota de água da marquise dentro dos olhos. Três meses de colírio com antibiótico.

A touca da capa de chuva de nylon não fica no lugar quando se está com sombrinha e venta. Hoje não venta muito, mas a roupa não me serve.

O dia fica mais bonito quando o sincronismo dos fatos te leva a tomar decisões. Fatos aleatórios e normais como chuva, frio e touca que de nada me adianta; carapuça que não me serve.

Deixo uma frase de Albert Einstein para que possamos refletir:

“A mais bela experiência que podemos ter é a do mistério. Ela é a fonte de toda arte verdadeira e de toda a ciência. Aquele para quem esta emoção não se revela, que não consegue mais se enternecer no encantamento, já está como morto: seus olhos estão fechados.”

Um comentário:

Manoel José de Santana disse...

Obrigado amigo (a). Estou fazendo uma visita ao teu Blog. Meus parabéns pelos teus trabalhos e sucessos. Abraço de Manoel Limoeiro. Recife PE.
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http://grupounidoderodafogo.blogspot.com.br/

Recife, 11 de maio de 2015.