Loading...
Loading...

domingo, 15 de março de 2015

Comentário sobre os Protestos

Comentário sobre os Protestos

clip_image002

O dia não permite poema, crônica ou, reflexão.

Desde cedo o assunto é o mesmo: protesto.

Dizem que os protestos de 2013 foram organizados pela esquerda e os de hoje, 15 de março de 2015, pela direita.

Esse conceito de direita e esquerda, para mim, é ultrapassado. Mas, pelas entrevistas, percebe-se uma enorme quantidade de profissionais liberais insatisfeitos.

Nesse meu simples conceito que é o conceito de dona de casa, está claro o motivo dos protestos. De alguma maneira falta liberdade de ação ao segmento. Talvez estejam como que sendo boicotados pelos impostos e excessivos encargos trabalhistas. Sou franca, falta-lhes liberdade de movimentação nos negócios.

Observo que o governo tem combatido a corrupção e os órgãos competentes se empenham para a boa condução da coisa pública. O povo exigiu e exige a transparência e, há o esforço do governo e dos demais poderes legislativo e judiciário numa atuação conjunta.

Por incrível que pareça, os profissionais liberais realmente precisam algo bom para os negócios. Eles compõem a máquina que coloca a economia em desenvolvimento. Talvez os senhores deputados de centro-direita possam ouvi-los e elaborarem projetos de lei que, na prática, surjam efeitos.

Os protestos são válidos para mostrar a insatisfação de um segmento da sociedade e não se precisam adivinhar quais sejam as dificuldades pelas quais o empresariado passa.

Igualmente, penso que cada argumento governamental seja pensado e elaborado antes de ser proposto à sociedade. E, sendo simplória, como é simplória a constatação de que todo restaurante tem o seu cardápio.

Enfim, o governo não pode improvisar. O protesto é realizado por pessoas com algum nível cultural e consciente de todas as dificuldades pelas quais o país atravessa.

Por outro lado, o governo não tem desculpas para improvisações porque é composto por pessoas com nível de estudo satisfatório.

O empresariado está, à sua maneira, reivindicando leis que possibilitem o progresso da economia com a consequente geração de empregos. A livre iniciativa é a especialidade deles e é preconceito não ouvi-los, não atendê-los em algumas questões.

O Brasil é um país pluralista e teve avanços sociais nos últimos anos.

Nesse momento o país precisa de uma atualização nas legislações comercial e empresarial, obviamente passando pela redução dos impostos e na facilitação para o treinamento e contratação de pessoal. Já ouvi dizer que empregos não faltam, faltam qualificações específicas. Um desconto nos tributos para treinamento de pessoal pode ser uma ideia.

Há realmente um problema de comunicação por parte do governo, uma linguagem culta e simples pode ser mais eficaz do que uma linguagem estereotipada com a finalidade de que a camada mais humilde da população entenda.

Esse meu blog, ah! Como eu gosto desse meu blog.

E quem tiver a paciência de ler um comentário, o meu agradecimento.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Claro que li! E, apoio sua desenvoltura política em cravar em palavras o que precisa ser feito e não é. Oras, será que nossos governantes não têm entendimento de texto verbal e extraverbal? Falamos e exemplificamos nas ruas. Colorimos. Fizemos barulho. Todos os sentidos "sonoros" foram provocados. Agora, esperamos que coloquem em prática e não fiquem apenas no monólogo de gabinete!
Abraços.