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domingo, 7 de dezembro de 2014

Dos Livros para Jovens / Reflexão

Dos Livros para Jovens

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Certa vez ouvi dizer que o que, de fato, mantinha a mente aberta para o novo, eram as crianças e os jovens dentro da família e que a sorte estava com quem tivesse família renovada.

A gente não se dá conta que está ficando ranzinza, mas está.

Ontem, por acaso perguntaram se eu havia lido o livro ou assistido o filme Crepúsculo. A resposta foi não, disse que não gostava desse tipo de filme.

_Você assistiu Frozen? Uma animação adorada pelas meninas?

_Também não. Conte-me a história.

A professora teve a paciência de me contar a história das duas irmãs que eram muito unidas, etc.

Mais conversas aqui e ali e acabei comprando um livro sobre uma história jovem. Livro fino e leitura rápida.

Com a idade a gente complica a vida, às vezes desnecessariamente.

A espontaneidade jovem nos faz falta. E que não se confunda espontaneidade jovem com caduquice.

Estava rabugenta.

Não estou mais.

A linguagem desses livros infanto-juvenis chega a ser hilária. Embora o livro não seja engraçado a gente ri da gente mesmo

Agora, talvez alguém me pergunte o título do livro. Qualquer título de Best-seller para jovens pode ser útil.

Ninguém quer recuperar o tempo perdido, mas refrescar o espírito é bom. Saber o que os mais jovens conversam entre eles, sem a interferência dos adultos na conversa.

A linguagem deles é outra e a deixamos com eles.

Mas as inferências deles conosco são divertidas, seja pessoalmente ou através de um livro.

Agora, cometerei uma inconfidência, pois uma garota, querendo ser atenciosa para comigo perguntou se eu sabia por que é que as menininhas, as meninas pequenas, gostavam tanto das princesas Anna e Elsa.

_Eu não sabia e ainda não sei. Você sabe?

A garota pensou, coçou o queixo e respondeu:

_Eu acho que é porque elas são pequenininhas. Eu, que sou grande, as acho chatas.

Conversar com criança deixa a gente surpresa.

Sem ter como continuar a conversa, sugeria à mocinha que me fazia companhia que observássemos as pequenininhas brincarem de princesas.

Ela concordou.

Sem mais conversas.

Eu preciso urgentemente me atualizar, com licença.

Um comentário:

Luiz Cidreira disse...

Eu também preciso!
Porém, fica difícil acompanhar a juventude dentro do mundo cibernético que eles se envolveram, as conversas de hoje é através de aparelhinhos que eu ainda não me adaptei e não faço intenção. Risadas.
E o mundo deles irão sempre me chamar de rabugento.
Abraço