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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Meta e Metade

Meta e Metade
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O barco tem que ondular,
Não é opção, é obrigatoriedade;
Navega para chegar
Ao porto, ou, alguma cidade.

Na bússola do seu lar
Contorna o mundo em saudade,
Conhece a terra e o voltar;
O ser transitoriedade...

E fica a terra e vai ao mar,
Balança o dia sem que nade
E vence o cansaço ao deitar;
Completo em meta e metade.

4 comentários:

Ivone disse...

Amiga Yayá, lindo poetar por aqui, a Vida também é assim, nada melhor do que sair, conhecer e poder voltar, completar em "...meta e metade."Amei ler!
Abraços apertados!

PAULO TAMBURRO. disse...

Se voltar,completa nissão!

Só me pergunto, se nesta época na qual a velocidade das mudanças que vive decretando a morte da permanência, tornando tudo efêmero e passageiro, sem leme nem timoneiro,na volta encontrar nada,pois tudo pode ter-se tornado coisas outras.

Acho que em certas ocasiões valeria o conselho de que devemos fazer como aquele velho marinheiro que nos dias de nevoeiros e incertezas, toca o barco devagar!

Um abração carioca e achei extraordinária a dimensão deste seu poema que dá para muitas reflexões.

Luma Rosa disse...

Oi, Yayá!
Somos barcos a navegar por um mar que oscila entre calmo e tempestuoso. A saudade é que faz voltar!
:)
Boa semana!!
Beijus,

Zilani Célia disse...

OI YAYÁ!
NOSSO BARCO DA VIDA, TAMBÉM OSCILA SOBRE UM MAR MUITAS VEZES REVOLTO, MAS, PRECISAMOS TER EM MENTE QUE SEMPRE HAVERÁ UM PORTO SEGURO PARA QUE ATRAQUE E POSSAMOS PISAR EM TERRA FIRME NO MOMENTO CERTO.
BONITO E REFLEXIVO TEU TEXTO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/