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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Nome aos Bois / Autoajuda

Nome aos Bois/ Autoajuda

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São momentos de sorte, embora não sejam os mais agradáveis.

Você encontra alguém estressado, com os nervos à flor da pele e, que diz o que pensa, a quem obedece, por que age daquele jeito e, pior, diz que por necessidades pessoais e de família, propaga o que ouve sem se certificar dos fatos.

O melhor desse acontecimento é que existem métodos de lidar com o fato. São os métodos de pacificação, estão nos livros e apostilas, ainda necessitando tradução.

Quando acontece algo semelhante, diz-se que a pessoa vomita o que lhe faz mal, como se estivesse intoxicada por algum alimento deteriorado.

Quando acontece isso com alguém que você ama, alguém da sua família ou algum amigo, o conselho é que se respeite o desabafo e se aprenda a não deixar as emoções chegarem a esse ponto, conversando a respeito do que aborrece o relacionamento, sem culpa ou ressentimentos.

Quando acontece isso em relação a pessoas estranhas ao seu relacionamento, anote tudo o que ela diz, de quem ela fala, a quem ela obedece e, por que age da maneira que age. Infelizmente, nessas horas, a pessoa estressada dá nome aos bois e ao matadouro, ao açougueiro, ao restaurante, ao cozinheiro e ao garçom. Ela está mal e precisa de ajuda. Mas não da sua ajuda, da ajuda dos amigos dela.

Nesses casos, a melhor resposta é:

_Perdoe-me, eu não sabia de nada disso.

Agora você sabe. Nada permanece igual depois que você sabe.

Quem frequenta o restaurante depois que sai nos jornais aquelas notícias onde muita gente sai dali para o hospital infectado por salmonelas?

A sorte, nesses casos, se dá quando você não conhece nenhum dos elementos citados.

O azar é quando você conhece todos os elementos citados e não pode ir à festa onde todos passaram mal. O seu estômago está bem, mas você verifica que a vigilância sanitária fechou o lugar e que a situação é real.

Você não mais irá naquele restaurante por diversos motivos.

O João, o Pedro, o José, o Joaquim, a Ana, a Maria, a Ana Maria, a Mariana, quanta gente!

As intoxicações espirituais existem. A diferença está nas medidas que se tomam. Anotamos, conversamos, resolvemos as emoções, higienizamos a alma antes de prosseguir. Exatamente como se fosse uma intoxicação alimentar procuramos trabalhar as emoções com alimentos espirituais leves até a recuperação. Os nomes dos bois foram ditos e há que se tomarem precauções antes da próxima refeição, mas com serenidade na alma.

Quem consegue trabalhar as emoções, consegue apaziguar as situações.

Eu tenho comigo a apostila, mas foi preciso querer a palestra.

Viver em paz com as suas relações pessoais é um esforço contínuo, regra que vale para todos.

Esse trecho do texto agora está compartilhado. Espero ter conseguido transmitir o espírito da situação e do ensinamento.

2 comentários:

Célia Rangel disse...

Excelente! Saber ouvir é uma arte!
Abraços.

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Um tema muito interessante e que devia fazer parte da formação moral e humana de todas as pessoas.
Muitos ditam logo sentenças que só vão agravar as situações.
Saber ouvir.O silêncio é ouro.