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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Escolhendo Não Ficar Chateado (a) / Reflexão

Escolhendo Não Ficar Chateado (a) / Reflexão

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Motivos não faltam a ninguém, todos têm problemas e cada um de nós lida com eles de maneira diferente.

As sugestões de comportamento são amplamente divulgadas, mas assumir um comportamento que não é o seu, certamente, trará a diminuição da autoestima. As padronizações comportamentais tiram o seu estilo, ou seja, ninguém se comporta exatamente como o seu pai e a sua mãe, quando eles mesmos ensinaram e ensinam os filhos a desenvolverem as suas habilidades conforme as suas características particulares, os seus dons.

Excluem-se do tema as obrigações individuais, as quais devem ser cumpridas. Ainda hoje, no supermercado, comentamos o porquê de algumas de nós, freguesas, não degustarmos vinhos. Obedecemos às normas de trânsito e ponto final no assunto.

Há aqueles que teatralizam comportamentos para serem agradáveis aos demais. Esses buscam a infelicidade e, o pior é que não descobrem motivo para ela.

Há os que buscam o comportamento da moda. Sem se ficar desatualizado, pode-se muito bem contornar um comportamento de época. A moda passa, seja nas vestimentas, seja no comportamento. Houve a época dos lanches entre as senhoras, a época dos chamados barzinhos para os jovens, enfim, poderia citar inúmeros modismos comportamentais que passaram. Quem gostava desses passeios em grupo, aproveitou, mas, passou. Quem gosta do café, aproveita até hoje, aí, me incluo. Simplesmente penso que é melhor não ir a algum lugar, sem que se esteja com vontade, é desperdício de algum outro lazer que seja do seu gosto.

Há os que se escondem; são pessoas que se escondem de si mesmas. Pouco importa se você é alto ou baixo, gordo ou magro, escrito no gênero masculino, mas válido para as mulheres. Quem gosta de você te aceita como você é e, quem não gosta procura a sua turma. Acreditem-me, existem pessoas que passam muitos anos convivendo com as mesmas pessoas sem se darem conta que tem gente boa por aí. Está certo que todos devem se cuidar, mas cuidar-se de se proteger do contato humano é uma distorção de comportamento.

Há a superexposição sem que signifique o exibicionista. A superexposição, para quem a adota, é geradora de consequências. Todos os líderes se expõem, são pessoas que lidam bem com o sucesso e o fracasso proveniente dessa exposição. Se você não é líder, evite o comportamento. Ou, se você é um líder, obtenha uma estrutura de proteção antes de se expor. Depois, de nada adiantará. Você se fizer sucesso, será consumido como se produto de consumo fosse; é a natureza do produto midiático.

Há aqueles que se comportam de maneira controladora. Não controlar a vida de quem você ama, valendo o inverso, de quem você não ama, ajuda você a viver melhor a sua vida. A manipulação controladora da vida do outro faz do outro alguém que não conseguirá gostar de você. Quem ama, conversa. Quem controla a vida de quem não gosta, consegue novos problemas gratuitamente sem a menor necessidade.

Um pensamento lido criou essa reflexão. Escrevam pensamentos!

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Muito polêmico seu texto reflexivo, pois há "chateações" de todo tipo e que atingem a todos nós... Depende da nossa capacidade em reverter o quadro...
Abraços.