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quinta-feira, 13 de março de 2014

Praticando o Futuro

Praticando o Futuro

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Podemos perceber que o mundo passa por transformações. A globalização está sendo ultrapassada pelas redes.

Além das estruturas de estado enquanto país, mais do que nuca estamos vivendo em redes. Muito além da internet, as redes são reais e interferem positivamente no dia a dia da civilização ocidental, que é a que percebemos com clareza devido à nossa posição geopolítica no mapa-múndi.

São conhecidas as redes mundiais enquanto ONGs e enquanto movimentos sociais.

Há mais do que redes sociais.

Algumas correntes cristãs também formam redes embora pertencentes a uma denominação em particular. Essa é a novidade. Estamos em constante desenvolvimento e atualização frente aos desafios que o futuro possa apresentar.

Se, algum tempo atrás, pensava-se que não ocorrem mudanças individuais após os cinquenta anos, hoje é um conceito ultrapassado. Não somente ocorrem mudanças individuais quanto há o acompanhar do desenvolvimento das tecnologias e das sociedades em seus estados reais.

Nós, cristãos, de algumas denominações, hoje, vivemos em redes. Assim sendo temos contato constante com outras denominações, o que pode ser surpresa para muitas pessoas que estão acostumadas com espaços físicos pré-determinados para a prática religiosa.

Os espaços físicos existem e são determinantes, são aqueles espaços oriundos das nossas escolhas individuais, mas as interações com outras denominações são muitas e consistentes. As visitas entre as diversas correntes de pensamento ocorrem cada vez com maior frequência.

Na verdade, se precisarmos, por qualquer motivo de ordem pessoal, tal como doença ou desastre natural, não pudermos comparecer ao espaço físico para as reuniões de culto, temos várias outras opções para o exercício da fé.

Dentro da doutrina cristã que sigo, em caso de viagem, pode o cristão que segue a mesma doutrina que eu, se dirigir aos mórmons (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), aos metodistas (Igreja Metodista) e aos Irmãos Católicos Menonitas, que gentilmente deixaram telefones para contato durante a semana próxima passada.

Verificou-se que muitos grupos se organizam através de redes e era chegada a hora dos cristãos desenvolverem as suas nos mesmos moldes das demais redes existentes e bem sucedidas.

A vantagem observada de imediato, após a interação em rede, é que a comunicação é constante e não a pode bloquear ninguém, pois a rede não precisa de telefones ou internet para funcionar ou existir adequadamente.

Estão os cristãos um passo adiante de qualquer interrupção das comunicações, fato, que, por certo, é vivenciado há mais tempo pelas organizações em rede.

Sabíamos que as ONGs se comunicavam diariamente pelas redes sociais, mas não sabíamos que essa comunicação poderia ser dispensada em caso de necessidade.

Apesar das redes, o estímulo para que os contatos sociais e independentes continuem através da internet e dos outros meios de comunicação, a interação em rede produz o conhecimento da mesma forma que antigamente as histórias eram contadas de boca em boca.

As redes não têm a função de limitar as interações sociais, mas de preservar a comunicação na ausência dos meios existentes e amplamente difundidos.

O mundo desenvolvido ocidental está em redes.

Estou na rede e acompanho os desenvolvimentos necessários para todas as redes, com os seus pontos de contato nada abstratos, que são preservados. Nesse meu caso, em amor ao Salvador.

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