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domingo, 16 de março de 2014

Desafios / Reflexão

Desafios / Reflexão

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Será difícil um dia tão questionador como o de hoje. Participarei, com muita honra de um encontro teológico.

O desafio proposto é perguntar sobre a Palavra. Principalmente, porque sou criativa e me avisaram que perguntas sem precedentes bíblicos, merecem a discussão, desde que esteja dentro do contexto da teologia.

Gostei e me ative a essa ideia: sem precedentes bíblicos, porém dentro da doutrina da fé cristã.

É como se de repente, uma ilha afundasse, como a mitológica Atlântida, mas fosse real e, por conseguinte, notícias fundamentadas e filmadas.

Cria-se um vácuo no horizonte, pois não haveria como emergir Atlântida de novo, como era antes do momento de submergir.

Não há como planejar Atlântida no mapa, nos negócios internacionais, na cultura e em suposição alguma. Atlântida não mais existe. Todos os planos anteriores foram modificados pela submersão de Atlântida, nesse caso hipotético.

No entanto, em volta de toda ilha existem os barcos, a pesca e o comércio marítimo dessa ilha. Talvez, sejam eles, os únicos que terão suas vidas modificadas definitivamente.

Suponhamos que o mundo se entristeceu com a submersão da ilha, mas a vida continua. Quem estava na ilha não teve como reclamar, submergiu.

Reuniram-se alguns estudiosos para tentar auxiliar aos barcos que estavam em volta da ilha e que ficaram no mar, bem nutridos e supridos, mas com um destino a ser refeito.

O que fizeram eles? Retiraram a ilha e as questões de como e porque Atlântida submergiu. Voltaram as suas atenções aos barcos que ficaram ao mar, cujos destinos foram alterados. O reinício das vidas desses homens e mulheres será auxiliado pelas escrituras sagradas e pelos estudiosos do conhecimento universal.

A razão desse auxílio não está nas necessidades físicas dos, digamos assim, pescadores. O auxílio virá porque essas pessoas estão numa situação diversa de toda a humanidade, proprietários de uma condição única que é a de não haver precedentes teológicos e na história da humanidade e, tudo o que vier a acontecer na vida deles, será consequência do fim de Atlântida.

Não é porque não houve precedentes na história do ser humano, que não haverá continuações previsíveis perante a condição de ser humano perante Deus. Todos serão ajudados, sem nenhuma distinção de qualidades e defeitos pertencentes à humanidade.

Os estudiosos contatam um dos mais fortes do grupo, um possível líder para os demais pescadores. Em seguida, contatam as mulheres, que serão tratadas de forma igual e diferente, ao mesmo tempo. Não que sejam sexistas, sim porque viram a necessidade de assim proceder diante das condições diferentes das situações envolvidas nesse caso.

Estabelecido um parâmetro para o que seja uma situação sem precedentes nas escrituras, como é o caso e cita-se o desaparecimento de Sodoma e Gomorra por vontade divina enquanto que Atlântida submergiu e não se sabe o motivo, a motivação continua entre os estudiosos do assunto. São pessoas que merecem e precisam de auxílio porque as suas vidas foram mudadas.

Terminando a reflexão, porque até esse ponto eu entendi e deixo claro o que é uma situação sem precedentes teológicos.

O desafio agora é fazer uma pergunta sobre os acontecimentos bíblicos com relação à teologia e no qual cabe perguntar sobre o Novo testamento, que é o meu preferido, porque o Novo Testamento não exclui o Velho Testamento, antes, o explica.

Tenho alguns dias para pensar e enviar uma pergunta ao palestrante, que é doutor em Teologia.

Agora vou ao domingo, até daqui a pouco.

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