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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ainda Reflexões

Ainda Reflexões

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Alguns diálogos curtos que trazem reflexões sobre o nosso desconhecimento dos mistérios de Deus.

Para nós, cristãos, as regras parecem simples: cumprir os dez mandamentos e seguir o amor de Jesus, que disse: “Amai ao próximo como a ti mesmo”.

O livre-arbítrio é intenso na liberdade proposta, pois, seguindo as regras, todo o discernimento fica ao nosso critério.

Jesus Cristo libertava o ser humano de toda e qualquer forma de escravidão.

Sobreveem as questões espirituais e, pouco se sabe a respeito. No entanto, a decisão cabe a nós mesmos nessas questões.

Servimos-nos da filosofia, da psicologia, das ciências, mas o mistério divino permanece.

Não temos respostas para todas as questões e escolhemos de acordo com a nossa experiência de vida, diferente, única e particular.

E são inúmeras as decisões de ordem emocional após seguirmos as regras dadas pela Bíblia. A Palavra guia a cada um de nós, sempre diferente aos ouvidos. O entendimento da Palavra difere de pessoa para pessoa.

Há um caminho a seguir, mas o amor é quem conduz os nossos passos.

Tentarei ser prática: as vivências diferem desde a origem, desde o ventre materno. Simplificando o mais que posso, outro dia o porteiro de um edifício me disse que havia dificuldade de entendimento na conversa, porque para ele olhar um local significava cuidar e, para mim, o dicionário é específico e olhar e cuidar têm significados diferentes. Dizia ele que tínhamos um objetivo comum e a dificuldade era de linguagem. Concordei.

São visões diferentes, de momentos diferentes. De novo, um exemplo simplista: Hoje choveu e eu saí. Encontrei outra senhora que me contou dos raios e relâmpagos que ela presenciou enquanto caíam ao chão. Eu perguntei o local onde havia acontecido a chuva de raios. Ela disse o lugar e o lugar fica a poucos metros da minha casa. Eu não vi nenhuma chuva de raios. Ela viu. Fomos ao supermercado por ruas diferentes.

Por mais simples que sejam os exemplos, há neles a vasta questão do livre-arbítrio, da educação de cada um e das suas escolhas.

Nisso apareceu um senhor, mais um desses exemplos para complementar à questão. Ela viu os raios e eu não vi. Ele interviu dizendo que, em caso de raios que fiquemos abrigadas e não saiamos da condução enquanto os relâmpagos não cessarem.

Ele foi, naquele momento, uma dessas pessoas queridas, que a gente encontra pelo caminho. De boa vontade, ao ouvir a conversa, juntou-se a nós, para nos aconselhar para o momento das chuvas de verão. Ambas as mulheres, eu e ela, ficamos agradecidas pela gentileza.

Enfim, um dia para reflexões, entre amigas, desconhecidas e, da turma do café.

Fiquemos com os mandamentos e com Jesus.

3 comentários:

edumanes disse...

Ainda reflexões!
Que sejam elas de alegria
Não magoem corações
Verdadeiras, não de fantasia

Amar sem fingimento
Lutar contra a escravidão
A felicidade contentamento
Que todos para comer tenham pão!

Boa noite desejo para você.
amiga Yayá, um abraço
Eduardo.

Célia Rangel disse...

A cada momento de nossas vidas somos confrontados com acontecimentos que permitem nos expressarmos com "amor ao próximo"...
Abraço.

Maria José Rezende de Lacerda disse...

Lindo espaço. Parabéns. Grande abraço.