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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Quadras Invernais

Quadras Invernais
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Não se sente o caminhar,
O caminho percorrido;
Vem e passa sob o olhar,
Este tempo empedernido.

Como pássaro a vagar
Num espaço conhecido,
O ser lápis e marcar
Nestas rugas o vivido.

Quais sapatos a saudar
O seu dono, o seu bandido;
Quis o tempo se passar
Sem ser visto, preterido.

São das meias do tear
O recado comovido:
Neste inverno a começar
Sofrerão elas o sono ido.

13 comentários:

Tati disse...

Tempo que passa, tempo que fica e que não volta. Coisinha que sempre vai intrigar a humanidade, o homem correndo atrás do tempo e ele sempre fugindo.
Linda poesia!
Beijos
Tati

Mona Lisa disse...

Tal como a natureza a nossa vida tem as suas estações.
Temos que a saber viver com os seus contrastes.

Beijos.

Ivone Poemas disse...

Yayá, lindo poema com versos apropriados ao novo inverno que começa!
Seu comentario lá em meu blog foi de propósito aos anseios do povo de Curitiba, eu acredito que o Grande Pai que rege tantos, principalmente as pedreiras, possa em sua justiça fazer prevalecer o BEM,o bem ao povo de sua linda cidade!
Que reabra o lindo espaço,conheci Curitiba, linda cidade!
Abraços amiga!

silvioafonso disse...

.




Voltei para te chamar, garota.
Hoje eu queria convidá-la para
no dia 23 deste mês você me
visitar no Blog Bar do Escritor
http://bardoescritor.blogspot.com
aonde eu posto uma vez por mês.
Lá eu comentarei um dos momen-
tos mais angustiantes da minha
vida quando felizmente encon-
trei forças para fazer por um a-
migo o que certamente ele faria
por mim.
Espero revê-la na sexta-feira 23.
Deixe no rodapé do meu texto um
alô, um abraço ou um sorriso, que
seja.

Obrigado e um beijo do,

Palhaço Poeta

Aproveito para indicar o
blog da minha filha, Re-
becca de 10 anos;

http://beccaolhardemenina blogspot.com








.

Nita disse...

Como sempre, lindíssimo poema.

edumanes disse...

São das meias do tear
Antes quero ver no mar as sereias
Junto delas a nadar
Ou com elas deitado nas areias!

Deixemos a tristeza
Falamos de amor e prazer
Não virando as costas à beleza
E muitas felicidades no caminho a percorrer!

Boa quinta-feira, um abraço
Eduardo.

Rebecca disse...

hola Artes,
si pudiésemos parar en el tiempo en aquellos momentos que tenemos la felicidad en las manos, sería fantástico, pero la pregunta que nos tenemos que hacer, estaríamos también contentos de haberlo hecho o nos aburriríamos y pediríamos que el tiempo continúe??



un abrazo fuerte^^

Célia Rangel disse...

Que o inverno deixe marcas enregeladas apenas nos sapatos percorridos por esse tempo!
Bj. Célia.

Imaginário disse...

Tempo, tempo... Queria que essa criatura me deixasse em paz, mas não tem jeito. Teríamos que fechar o armazém da História, que não tem portas.
É com muita satisfação que venho aqui.
Abraço.
Gilson.

Maria Rodrigues disse...

Minha amiga o tempo passa veloz e à que apreciar cada estação do tempo e da vida. Como sempre um poema lindo.
Beijinhos
Maria

Elizabeth disse...

Las fases de la luna son incapaces de desnudarla, así como las estaciones crean extensiones al alma. Besos.

Luiz Alfredo disse...

Lindo poeta
vejo que escreves e amas
as redondilhas maior
o jogo de rimas alternadas
que neste tipo de poema
vira uma linda canção
mas a beleza do teu poema
está no conteúdo
sempre autêntico e dinâmico
fazendo das tuas quadras
belos versos
que nos toca ao coração.

Luiz Alfredo - poeta

mfc disse...

O Tempo que tantas e tantas vezes desperdiçamos aqui tratado com a sua importância.