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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Parece Auto-Ajuda: Pense Três Vezes Antes de Desistir dos Seus Objetivos

Parece Auto-Ajuda

Pense Três Vezes Antes de Desistir dos Seus Objetivos

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Um casal educado comprava carnes para o churrasco do fim de semana, quando a esposa disse ao marido:

_Meu bem, deixemos estes dois pedaços de carne aqui. Compramos carne para o sábado e domingo faremos o almoço para os amigos.

O marido, orgulhoso da atitude econômica e responsável da esposa, respondeu:

_Você tem toda a razão, meu bem. Não desperdicemos alimentos, na semana que vem viremos ao mercado, e compraremos o que necessitarmos sem que tenhamos que congelar estes alimentos.

Assim o fizeram, pegaram as duas bandejas de carne que não utilizariam e a colocaram para a devolução.

A senhora que estava atrás, na fila do mercado, perguntou se eles realmente estavam desistindo de levar aquelas bandejas de carne.

Eles, em tom decisivo, disseram que sim.

A senhora perguntou se eles permitiriam que ela pegasse uma das bandejas de carne para comprar. Se eles estavam certos e convictos de que não precisariam daquelas bandejas de carne, e eles disseram a ela que se sentisse livre para comprar a carne.

Ela pegou uma das bandejas e pediu ao garoto empacotador que levasse a outra bandeja ao local adequado, para que não se estragasse.

A fila andou e eles passavam os seus produtos, quando a caixa do mercado avisou que uma das carnes não havia sido pesada e que estava sem preço. A caixa chamou a fiscal para que levasse a carne para pesar.

A esposa disse que era a carne que eles comeriam no sábado.

A senhora, que havia pegado a bandeja de carne e estava atrás deles na fila, ofereceu a bandeja a eles.

Eles não aceitaram a oferta.

_A fiscal foi pesar e levaremos a carne escolhida.

Dito e feito, a fiscal chegou com a carne pesada e etiquetada.

A caixa interferiu:

_Eles colocaram o preço que quiseram. Duvido que o peso esteja certo. Os senhores deveriam ir até o açougue obrigando o açougueiro a pesá-la novamente.

O casal se recusou a entrar novamente no mercado para questionar o peso da carne.

A caixa protestou:

_É direito do consumidor saber o peso e o valor do produto antes de pagar por ele. Não vejo problemas se os senhores entrarem no mercado novamente.

O casal, em posição de altivez, disse que pagaria o que estava determinado sem questionar ou reclamar. Pagaram e foram embora, com o semblante da dúvida.

A caixa, ao atender a senhora que estava atrás deles, disse que eram raros os consumidores que não se importavam em serem lesados. Afirmou com o intuito de proteger os seus clientes e disse a sua intenção. Porém,com a bandeja de carne da senhora estava tudo em perfeita ordem na opinião da caixa, e ela não teve necessidade de reclamar.

Moral da história: quem desiste perde, devolve o que pode ser seu, ou, é logrado sob o ponto de vista do seu amigo.

11 comentários:

Célia disse...

Mais sensato, para mim, seria exigir os direitos do consumidor, que já é tão explorado... sem sugestionarem-se com opiniões diversas.
Abraço, Célia.

ஜ♥Patricia♥ஜ disse...

Verdade, mas muitos não ligam ou tem vergonha de reclamar, como por exemplo vc sai com amigos para jantar ai vem a conta e percebe que cobraram a mais na conta eu reclamo na hora mas tem gente que tem vergonha fazer o que enquanto tiver bobos, os outros levam vantagem.

Everson Russo disse...

Temos é que fazer valer nossos direitos...beijos de bom sábado pra ti amiga.

Elizabeth disse...

Me has hecho sonreír. Besos evocadora por excelencia.

Simone MartinS2 disse...

O ser humano é sempre passivel de entender...va tentar entande-los...abraços...espero que o churrasco deu certo!

AquilesMarchel disse...

acho q ha a vergona de reclamar e parecer incoveniente
tudo imagem

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

Gracias por compartir,un placer visitarte,un abrazo.J.R.

MARILENE disse...

Como pode um funcionário levantar suposição de irregularidade, sem prova? Já temos tantas, bem visíveis, que nos forçam a demonstrar indignação! Eu também não criaria problemas por algo que não me levantou suspeitas.

Bjs.

Vera Lúcia disse...

Os consumidores deveriam fazer valer seu direito sempre que se sentirem lesados. Se não o fazem, por vergonha ou orgulho, é problema deles.

Beijos.

AFRICA EM POESIA disse...

vim deixar um beijinho.

E dizer que sexta feira 13 ou 14 é a mesma coisa.
O importante é sermos nós.
E fazermos o que gostamos e sentirmos que fazemos o nosso melhor.
Eu sou prova de isso mesmo.
muita gente com a minha saúde estava a morrer e a tentar piedade. Eu gosto de ser forte.Eu gosto de lutar.
Depois gosto muito dos meus amigos e da minha família.

Depois sinto a tristeza de andar por aqui..
E sentir que alguém me odeia...

tenho uma pessoa que entra no blog como anónimo(A) e sempre que lanço um livro ou faço uma coisa bem feita entra e insulta-me gratuitamente com o pior que pode haver.Desta vez até me acusa deste Pais estar mal por minha causa...

tenho enviado o mail a algumas pessoas e não querem acreditar no que lêem.

Para mim não faz diferença, se por ele(a) passar um acidente que fique numa cadeira de rodas e a seguir um cancro.. espero que me diga depois como foi fácil viver e dar a volta por cima.

A minha poesia causa-lhe asco mas eu não mando ler ,o meu blog tmb que causa asco, mas não tem que vir aqui...
Aqui a minha casa para eu estar com quem gosto...OS meus AMIGOS.

Depois ,um anónimo é um cobarde sem rosto.É uma pessoa mal amada e penso que com graves problemas familiares mas uma pessoa assim nunca poderá ser feliz..
faça um buraco e esconda-se...

Peço desculpa mas o anónimo diz que anda pelos blogues a ver o que escrevo, por isso a mensagem fica.


A net tem destas coisa...deixa entrar tudo e ás vezes entra lixo..contra isso nada feito.

Beijos e poesia no meu Cantar África.




Estão diligências para descobrir quem é...( mas aceito ajudas...)

Artes e escritas disse...

Lili, conte comigo no que eu puder ajudar. Nossos blogues têm como finalidade interagir de forma cultural com polidez. Acredito que os amigos que te lerem também te apoiam. Um abraço a você e a todos os que leram o texto, Yayá.