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domingo, 18 de setembro de 2011

Ausência

Ausênciaclip_image002

 

O carinho se foi

Sem deixar um alento

Ao que ficou na dor.

 

Não sentiu dessa flor

O perfume do unguento

Que acabou sem olor.

 

Não restou desamor,

Não sobrou sofrimento;

Acabou sem torpor.

 

A um vazio de calor,

Sem soluço ou lamento,

Não se agrega valor.

23 comentários:

ONG ALERTA disse...

A vida nos coloca em momentos de aprendizado, beijo Lisette.

Ana Martins disse...

Boa noite, Yayá!
E quando na ausência se afloram todas as emoções, o desalento cresce e a tristeza é quem domina!

Beijinho,
Ana Martins

Christian V. Louis disse...

O que entendi deste poema foi algo que terminou, mas terminou de forma natural, sem dramas ou sofrimentos. Contanto, não significa que um término destes não deixe, de certo modo, um vazio. É isto?

@Francisquices disse...

A ausência dói um tanto na gente.

Severa Cabral(escritora) disse...

Olá minha querida amiga!
Muito bom visitá-la...sempre coisas novas por aqui...hj essa linda e encantadora poesia...
Seu carinho conosco é imensurável...
bjsssssssssssssssss

Monja de Clausura Orden de Predicadores disse...

Olá Yayá, gracias por estar a mi lado, me encanta verte en mi casa.
Bueno ...el amor que se ha ido, es porque no merecía quedarse con la poeta. El amor no es pecado sí el desamor, el egoísmo, ese ya es bueno que se aletargue.
Con ternura
Sor.cecilia

Artes e escritas disse...

Christian, você me entendeu. Obrigado a todas as leituras, também coerentes, cada uma ao seu modo. Um abraço, Yayá.

Parole disse...

Belo poema, querida.As vezes é preciso coragem para enxergar que o amor acabou...

Beijos

MARILENE disse...

Há pessoas que nada deixam. Passam como uma leve brisa e nem atrapalham os cabelos.
Bjs.

Ma Ferreira disse...

Ah...terminou...mas sem dor..
melhor asim Yayá...

beijokas..boa semana a vc!!!

Ivone Poemas disse...

Lindos versos sobre o vazio!
O vazio do que não fora suficiente para preencher a nossa expectativa!
Abraços!
Ivone poemas
henristo.blogspot.com

Célia disse...

A impermanencia de algo ou de alguém que sequer nos marcou esvai-se sem grande cicatriz. Vai. Some. E, nada fica como lembrança. Apenas que não mais existe.
[ ] Célia.

OceanoAzul.Sonhos disse...

Talvez não fosse amor.

Tenha uma linda semana
abraço
oa.s

✿ chica disse...

Lindos e tristes versos! beijos,linda semana,chica

Ma Ferreira disse...

Yaya..obrigada pela visita. Adorei seu comentario. Coloquei na postagem a lista com os simbolos.
Bacanvoce ter me alertado. Obrigada.
Um bj...boa semana..

D. Garcia disse...

Não mesmo... não se agrega valor.

sem soluço nem tormento
quase um tormento
quase desalento
quase

quase é o desejo que não se fez
quase não pode ser
quase não é nada
mas não é quase nada
quase é simplesmente nada

e nada não agrega valor no
c u a z i...

adorei teu poema, Yayá!
mas é na terceira leitura que a gente pega... antes, não pega nada... na segunda, quase nada.
parabéns!

Sobre o Tempo disse...

Peço desculpas pela ausência. Belo poema! Uma ótima segunda! Bjs

Nostradamus disse...

Otimas palavras,belo blog,seguindo!

Ziza's N.E.M. disse...

Bom poema =)

Em relação ao teu coment no meu post, ainda bem que é há essa oportunidade por vezes... Um free hug também =)

Malu disse...

Quando algo se vai pode ter certeza que outra coisa virá, não para preencher os espaços deixados, mas para acrescentar novas experiências.
Abraços

aurelio disse...

suas palavras têm sabor de saudade... n'o escritor de sonhos tenho um texto sobre saudade, palavra que deveria ser meu sobrenome. procure lá o texto "longe" em maio. ah! e voltei à ativa, com alguns textos recém saídos deste lugar que não sei bem, mas é a minha cabeça.

um abraço

-aurelio
oescritordesonhos.com

José Sousa disse...

Olá Yayá!

Que lindo poema este!
Gostei imenso!

Um boa noite
Beijinho.

denise dutra disse...

dói muito a ausência de quem amamos. é incontrolável esta dor .
eu to adorando o teu blog, nao o conhecia, ainda to visitando varios, e o teu é muito bom mesmo.
parabéns .