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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Poema ao Luar

Poema ao Luarfoto0003

Gradam campos e pradarias,

Soltos pastam em seu descanso,

Pasta o gado por estes dias;

Passos fartos consome o campo.

Calçam botas e as montarias,

É o caminho do seu recanto,

Outros tantos e, quem diria...

Hoje acalmam e secam prantos.

Corre o tempo que assim urgia

Nesse longo e verde acalanto;

Horas largas ao fim do dia

Trazem folga estando ao entretanto...

Foge o sol, vai-se a nostalgia,

Chão de palha estrela o manto

Prata, a lua que romanceia

Esse céu, noite sul, descanso.

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