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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Hoje estou para assobios. Poema Controle e assobios.

Controle e assobios. Controlo o controle que se descontrola, Que dorme em inertes mãos sós, cansadas Dos olhos colados na cantarola Que sobra das flautas escancaradas. São ternas e ilógicas assobiadas, Sonoras e alegres qual uma bola Pintada no céu da boca, inventadas. Acaso sem causa, ave sem gaiola Abraço ao cansaço, mãos enlaçadas. Assopra o claro som em doce marola, Violas de cordas acompanhadas Nas cordas vocais de doce bitola... A corda que embala a insônia que rola; Embora a tarde das noitadas Não tarde, melhor irão harmonizadas. Ps. Poema feito em função do vídeo do youtube:http://www.youtube.com/watch?v=AK4PpqL27YU

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